Ponte da Barca assinala centenário das aparições da Nossa Senhora da Paz do Barral

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O programa de comemoração do Centenário das Aparições da Nossa Senhora da Paz do Barral, na freguesia de Vila Chã S. João, que se assinala em Maio de 2017, foi apresentado pelo Presidente da Câmara, Vassalo Abreu, e pelo Arcipreste do concelho e Pároco da freguesia de Vila Chã São João, Moisés Correia. Presentes estiveram, ainda, o Presidente da Junta, Paulo Sousa, e um representante da Confraria da Nossa Senhora da Paz, José Manuel Sousa. Do programa desta manifestação religiosa que refere que Nossa Senhora aqui terá feito duas aparições a um pastorinho, a 10 e 11 de maio de 1917, que vai decorrer entre Março e Maio de 2017, constam caminhadas, Eucaristias, apresentação do Livro ‘Centenário das Aparições de Nossa Senhora da Paz no Barral’, de Luís Arezes, concerto/encontro Mariano de Coros, entre outros. Na ocasião, quer o Padre Moisés Correia, quer o autarca barquense, Vassalo Abreu, explicaram que com este programa se pretende, essencialmente, ‘dar a conhecer ao país e ao mundo este lugar e esta manifestação que, apesar das várias tentativas ao longo dos anos, nunca teve a merecida atenção’. O Pároco Moisés Correia salientou que a Confraria, a Paróquia, a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal, em comunhão de esforços e em colaboração também com a Diocese de Viana do Castelo, pretendem dar ‘a projeção que o Barral merece e celebrar as aparições de uma forma digna, naquele que é um local idílico do concelho de Ponte da Barca’. Moisés Correia lembrou ainda que foi enviado um convite ao Papa Francisco para estar presente no dia que marca esta aparição ou, na sua impossibilidade, que conceda a Bênção Apostólica aos peregrinos que por este Santuário passam. Recorde-se que, no mesmo local, anos mais tarde, no cinquentenário das aparições, em 1967, a Confraria de Santa Ana decidiu construir uma capela a Nossa Senhora da Paz. O templo foi inaugurado, a 15 de setembro de 1969. Seguiu-se a construção de uma cripta, cujo altar é formado por um grande bloco de quartzo cristalizado, o maior existente na Península Ibérica, com cerca de três toneladas. São também erigidos monumentos ao Sagrado Coração de Jesus, ao Anjo da Guarda de Portugal e à Paz, todos constituídos por um pedestal de quartzo cristalizado.

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