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Rádio Geice 30 Set 2021

PSG 2–0 MANCHESTER CITY: O primeiro golo de Messi pela equipa francesa e outros momentos importantes

Pep Guardiola não conseguiu arquitetar outra vitória sobre o Paris Saint-Germain em 2021. O Manchester City foi derrotado pelo gigante francês num divertido confronto da Liga dos Campeões.

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O City venceu o PSG em casa e fora no início deste ano nas semifinais da Liga dos Campeões da temporada passada. Desde então, os homens de Mauricio Pochettino passaram a ser compostos por nomes grandes como Lionel Messi, Sergio Ramos, Gianluigi Donnaruma, Gini Wijnaldum e Achraf Hakimi. Entretanto, nesta terça feira, dia 29 de setembro, o PSG conseguiu ganhar de 2 a 0 num jogo explosivo.

Resumo do Jogo

O PSG começou bem o jogo, a marcar através de Idrissa Gueye nos primeiros 8 minutos. Já o City ficou perto de marcar quando Raheem Sterling e Bernardo Silva acertaram na trave numa rápida resposta. A equipa inglesa teve nova hipótese, mas não conseguiu o empate.

Os donos da casa conseguiram conter em grande parte os atacantes do City. E, com um golo brilhante de Messi, o PSG assegurou a vitória no segundo tempo. Apesar disso, foi derrotado estaticamente em numero de remates por 18-6 e também na percentagem de posse de bola.

Messi finalmente marcou na sua chegada ao PSG

Talvez seja esse o momento que Messi esperava para brilhar pelo PSG. Com todos os olhos voltados para ele e ainda mais pressão, o argentino teve a sua melhor atuação pelo clube. Ao longo de toda a partida, o atacante aparentou estar confortável. Ele estava em toda parte, a entrar na área, empurrar para fora. Ao longo do jogo, mostrou que precisa apenas de um toque para abrir uma jogada perigosa. Assim, o PSG finalmente conseguiu ver o que significa tê-lo na equipa.

O argentino jogou 90 minutos pela primeira vez após ter perdido 2 jogos por lesão. Dessa vez, completou quase 90 por cento dos passes e 93,8 por cento no terço final. Mesmo com apenas um remate para golo, deixou a sua marca na partida e ajudou a fechar o marcador com 2 a 0. A sua comemoração mostrou exatamente o que significa para ele. E, se continuar assim, significa uma potencial viragem para um PSG que tem sido inconsistente até agora nesta temporada.

O Manchester City deveria ter vencido no papel

Enquanto o PSG sai com a vitória, os números contam uma história mais complicada. O City terminou com 2,81 golos esperados contra 0,46 do PSG, além disso, teve três vezes mais remates. Mas não se deixe enganar por esses números. A equipa de Guardiola não chegou nem perto de marcar, além de alguns segundos loucos no primeiro tempo. Depois de um cabeceamento de Raheem Sterling acertar na trave, Bernardo Silva teve essencialmente duas hipóteses bem na cara do golo. O primeiro acertou a barra a cerca de três metros de distância, e o segundo passou ao lado. Essas duas oportunidades combinadas representaram mais da metade do total que o oponente francês teve.

No entanto, o trabalho defensivo do PSG carregou as marcas do seu gerente meticuloso. Eles destacaram-se em impedir o ataque implacável do City. A realidade para o PSG é que os seus três famosos operam como uma máquina de ataque, enquanto os seus sete colegas de campo fazem todo o resto.

A Zona Defensiva do PSG não deixou a desejar

Os quatro defesas de Pochettino, com o capitão Marquinhos no centro, seguraram a linha durante todo o jogo. Com isso, o dano foi infligido pelos atacantes na outra ponta. Não apenas Marquinhos e o seu parceiro defensivo central Presnel Kimpembe marcaram presença. O guarda-redes Gianluigi Donnarumma, e Marco Verratti no meio-campo, que partiu para uma ovação arrebatadora após o golo de Messi, também tiveram uma performance de destaque. A performance foi construída com base no golo inicial do PSG no primeiro ataque significativo do encontro – e talvez no único golo verdadeiramente digno da primeira parte. Foi o suficiente para lhes dar uma plataforma para construir enquanto os jogadores de Guardiola executavam jogadas com um senso de vitória já confirmada.

Defesa ou ataque? Messi joga em todas!

Para provar que vestiu a camisa da nova equipa de uma vez por todas, Messi estrelou este estranho momento: deitou-se no campo para evitar uma cobrança de falta rasteira do Manchester City. Como é possível imaginar, a visão de Messi – indiscutivelmente o maior jogador de futebol da história – atrás da barreira, gerou bastantes reações nas redes sociais. Afinal, ele é provavelmente a principal razão pela qual tantas equipas defendem cobranças de falta com um jogador deitado atrás das barreiras hoje em dia. Com a mesma capacidade de marcar por cima ou por baixo de uma parede, as equipas tiveram de criar uma forma inovadora de tentar evitar que o maestro do pontapé-livre marcasse

Man of the Match: Idrissa Gana Gueye

Messi foi muito, muito bom, mas Gana Gueye estava no centro de tudo, exceto o segundo golo da partida. Contratado pelo Everton em 2019, o meio-campista do Senegal tinha até agora a tarefa de manter as coisas simples em meio à galáxia de estrelas do Parc des Princes. Na marca de 8 minutos, Mbappe desviou da linha de fundo e Messi errou o remate, mas a bola caiu para Gueye. O senegalês tocou levemente antes de disparar para o canto direito superior a cerca de oito metros do golo.

Aos 39 minutos, Kevin De Bruyne teve um toque na bola ao entrar numa dividida com Idrissa. Na sequência, o médio do City apanhou a panturrilha do jogador do PSG. De Bruyne viu o cartão amarelo, mas os jogadores do PSG queriam que fosse vermelho.

A performance de Gueye foi excelente e agradou, principalmente, aos apostadores que palpitaram na vitória do PSG nos sites de apostas como pode verificar aqui. No ritmo atual, ele tornar-se-á num grande nome da equipa francesa nesta temporada.

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