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admin 30 Abr 2010

ENVC: Administração diz que certeza sobre negócio com gregos só em Maio

A administração dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) esclareceu hoje que a empresa obteve “um acordo de princípio” para a construção de dois […]

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A administração dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) esclareceu hoje que a empresa obteve “um acordo de princípio” para a construção de dois ferries para um armador grego, devendo as negociações estar concluídas até finais de maio. Em comunicado enviado à Geice, a administração dos ENVC informa que uma delegação negocial da empresa esteve na Grécia nas duas últimas semanas, tendo quinta feira regressado a Portugal após ter concluído com sucesso uma importante e decisiva fase negocial para a construção de dois navios ferries, tendo obtido um acordo de princípio.

 
“O Conselho de Administração dos ENVC tem fundados indícios de que as negociações estarão concluídas até ao final do mês de maio”, refere o comunicado. Em causa está um contrato com o armador Hellenic Seaways, que poderá ascender a mais de 120 milhões de euros. Na quinta feira, uma fonte da empresa anunciou que o negócio já tinha sido fechado e classificou-o como “uma lufada de ar fresco” para os ENVC, que vivem numa situação financeira “complicadíssima”. “Há mais de dois anos que os ENVC não assinavam um contrato para a construção não militar”, sublinhou a fonte. Além dos dois ferries, o negócio prevê a opção para a construção de um terceiro. Os ENVC fecharam o ano de 2009 com um prejuízo de 22 milhões de euros, ascendendo já o passivo da empresa a 60 milhões. Neste momento, da carteira de encomendas dos ENVC consta apenas construção militar, para a Marinha portuguesa, ao abrigo de um contrato assinado em março de 2009 que prevê a entrega, ao longo de cinco anos, de navios e lanchas, cujo valor ascende a 500 milhões de euros. Em finais de 2009, os ENVC contavam com 900 trabalhadores, dos quais 120 contratados. Estes últimos já foram informados que serão dispensados à medida que os respetivos contratos forem terminando, “por falta de trabalho”.

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