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admin 29 Mai 2010

Aterro: Empresa não quer sair de Fragoso para dar lugar ao aterro Intermunicipal

A empresa que explora caulinos onde está prevista a instalação do aterro sanitário do Vale do Lima e Baixo Cávado recusou hoje abandonar aquela localização, […]

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A empresa que explora caulinos onde está prevista a instalação do aterro sanitário do Vale do Lima e Baixo Cávado recusou hoje abandonar aquela localização, no concelho de Barcelos. “Não nos interessa negociar o que quer que seja. O que para nós está em causa não é o dinheiro, mas sim o caulino, que é de excelente qualidade e que é um recurso escasso, importantíssimo, diria mesmo vital, para a actividade da nossa empresa”, disse hoje o presidente do Conselho de Administração da Mota Mineral, Carlos Mota, durante uma visita dos eleitos do CDS-PP de Viana e Braga ao possivel local.

A empresa detém a concessão, por 90 anos, da exploração de caulinos naquela área, que abrange das freguesias de Alvarães (concelho de Viana do Castelo) e de Fragoso (Barcelos). “Já teremos cumprido 20 anos e queremos cumprir os que faltam, porque a empresa fez grandes investimentos e precisa daquela matéria prima para continuar a laborar”, acrescentou Carlos Mota. O aterro sanitário do Vale do Lima e Baixo Cávado está atualmente instalado em Vila Fria, Viana do Castelo, servindo ainda os concelhos de Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Esposende e Barcelos. Este último concelho terá de receber o aterro a partir de 2011, tendo, no último mandato autárquico, sido apresentado um estudo que apontava a freguesia de Palme como “a principal candidata”, aparecendo como segunda alternativa o Monte de S. Gonçalo, nos limites das freguesias de Tamel, Carapeços, Feitos, Palme, Fragoso e Aldreu. A população de Palme contestou, a Câmara de Barcelos mudou do PSD para o PS e entretanto a Junta e Assembleia de Freguesia de Fragoso manifestaram a disponibilidade desta localidade para receber o aterro, nas crateras abertas pela extração de caulinos. Esta possibilidade é, no entanto, contestada pelos autarcas e população de Alvarães, que se recusam a ficar “entalados” entre dois aterros, já que o atual também confina com a freguesia. Além disso, eleitos e residentes consideram ainda que uma boa parte do aterro ficaria nesta freguesia, o que, na prática, significaria que a estrutura não abandonaria o concelho.

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