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admin 30 Mai 2010

Desporto Escolar: EB 2/3 da Corelhã levou a taça

Correlhã rima com campeã. A EB 2/3 da Correlhã venceu o I Torneio O Jogo nas Escolas, cuja Fase Final Nacional se disputou no Vitalis […]

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Correlhã rima com campeã. A EB 2/3 da Correlhã venceu o I Torneio O Jogo nas Escolas, cuja Fase Final Nacional se disputou no Vitalis Park, na cidade do Porto. Para estes jovens minhotos, tudo começou com uma brincadeira, mas as coisas foram-se tornando mais sérias à medida que as etapas iam sendo ultrapassadas. “Quem não gosta de ser campeão nacional?”, questionou Nuno Redondo, professor de Educação Física que chamou a si a responsabilidade de organizar uma equipa da escola onde é docente. “Não foi fácil e foi tudo feito um pouco à pressa”, disse. Um dos aspectos que diferencia estes jovens da Correlhã dos outros das demais escolas que participaram no torneio tem que ver com o facto de frequentarem o curso de Educação e Formação, virado para alunos com dificuldades de aprendizagem, que, por isso mesmo, são avaliados segundo parâmetros distintos.

Seguindo a máxima de querer é poder, a equipa da Correlhã deu uma lição de desportivismo, e os seus atletas festejaram o título como verdadeiros campeões, com gritos de “Campeões, allez”, à medida que a taça passava de mãos em mãos. Já Nuno Redondo assumiu o papel de verdadeiro “manager” desta equipa. Para além das orientações tácticas, o professor, qual José Mourinho, não se esqueceu da questão motivacional. Para isso, foi traçando vários objectivos ao longo da prova. “Na primeira fase, disse-lhes que, se ganhassem um jogo, poderiam passar um dia na praia. Agora ficou acordado que, se chegássemos às meias-finais, eu pagaria um jantar.” E como o prometido é devido, Nuno Redondo lá teve de puxar os cordões à bolsa, pois mesmo que se quisesse esquecer, não o conseguiria. “Ó stôr, já levantou dinheiro?”, perguntou um dos jovens ao mesmo tempo que exibia com orgulho a medalha ao pescoço. Antes do jantar, entretanto marcado para uma pizaria junto à escola, a viagem de regresso prometia novas peripécias. “Viemos numa carrinha antiga e com pouco gasóleo. Está estacionada longe e vamos ver se conseguimos chegar a casa”, disse o professor com a certeza de que a jornada vivida permanecerá durante muito tempo na memória de todos.

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