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admin 20 Mai 2010

Entidade de Turismo Porto e Norte refuta “por completo” acusação de não promover o Minho

A Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal (ERTPNP) refutou esta quinta-feira “por completo” a acusação de riscar o Minho do seu mapa […]

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A Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal (ERTPNP) refutou esta quinta-feira “por completo” a acusação de riscar o Minho do seu mapa promocional, feita quarta-feira pela Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT). “É completamente falso, uma acusação sem pés nem cabeça”, explicou, Melchior Moreira, o presidente da ERTPNP.
 

Na quarta-feira, o presidente executivo da APHORT, António Condé Pinto, acusou a Entidade Regional de Turismo de riscar a “marca Minho” do seu mapa promocional.”A Entidade Regional investe uma quantidade enorme de dinheiro na promoção da ‘marca Douro’ e o Minho desaparece”, afirmou Condé Pinto.Pediu à ERTPNP que avance “de imediato com um plano específico de promoção da marca Minho”.”A região norte não é só Porto e Douro”, criticou Condé Pinto. Melchior Moreira “explicou” hoje à APHORT que a entidade a que preside “não pode” estar a promover o Douro, porque o Douro tem um pólo autónomo de Turismo. “Deve-se fazer o trabalho de casa antes de vir cá para fora com acusações sem sentido”, afirmou. Disse ainda que “não há, nem nunca houve, qualquer marca Minho”, pelo que “não se entende como é que se poderia promover uma coisa que não existe”. Frisou ainda que a APHORT faz parte da direcção da ERTPNP e que aprovou o plano estratégico desta entidade, de que faz parte a política promocional.”A nossa promoção, tal como consta desse plano, é feita por produtos estratégicos, e só não vê quem não quer que a Entidade Regional está a apostar claramente na promoção de toda a região, Minho naturalmente incluído”, acrescentou. “Numa altura em que todas as outras regiões do país registam quebras em termos de dormidas, o Porto e Norte de Portugal subiu 16 por cento, nos primeiros meses deste ano. Viana do Castelo, concretamente, subiu um ponto percentual, Braga subiu quatro. Isto deve-se a quê?”, questionou.A APHORT considera, face a estes números, que o Minho está em “contra-ciclo” com a Região Norte.

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