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admin 27 Mai 2010

Manifestação: União de Sindicatos de Viana do Castelo leva 600 trabalhadores a Lisboa

A União de Sindicatos de Viana do Castelo garante que vai levar 600 trabalhadores a Lisboa, onde se realiza, este sábado, mais uma manifestação convocada pela […]

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A União de Sindicatos de Viana do Castelo garante que vai levar 600 trabalhadores a Lisboa, onde se realiza, este sábado, mais uma manifestação convocada pela CGTP. Branco Viana garante que a esta acção de contestação se vão juntar não só os trabalhadores da administração pública, mas também do sector privado. O sindicalista garante que são muitos os recados a deixar ao Governo, numa manifestação que espera reunir milhares de trabalhadores de todo o país.

 
As medidas anunciadas pelo Governo para combater a crise que assola o país vão ser o mote da manifestação agendada para este sábado pela CGTP. Os sindicatos querem que haja medidas efectivas de protecção e criação de emprego e não admitem que os trabalhadores voltem a ser “os mais castigados” com as medidas de contenção previstas pelo Governo.
Martinho Cerqueira é trabalhador dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo há 43 anos e garante que motivos para uma viagem de várias horas a Lisboa não faltam. “Os ataques aos nossos direitos, nos últimos anos, não têm comparação. Faz lembrar o tempo do antes do 25 de Abril”, apontou o trabalhador, um dos mais de 600 que, segundo os sindicatos locais, partem às primeiras horas de Viana até Lisboa. “Estas medidas que nos são impostas vão contra os nossos direitos e por isso não podia ficar de braços cruzados”, afirma, acrescentando: “A ver se vem um novo rumo para quem trabalha”.
Funcionário da Câmara de Viana do Castelo desde 1988, João Correia também vai partir cedo para Lisboa, cansado do “trabalho precário” que vê nos serviços públicos. “É um ataque feroz aos nossos direitos. Medidas contra o défice? Claro, mas não contra os trabalhadores”, começa por explicar o trabalhador. “Todas estas medidas, para quem, como eu tem vencimentos reduzidos, vai penalizar muito e agravar as condições de vida. Não podia ficar calado”, remata, apontando: “Entrei para a Função Pública com determinadas regras e hoje vejo os detentores de cargos a reformarem-se como querem. Eu não sei quando terei direito”.
 

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