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admin 15 Mai 2010

Sócrates/Crise: Apelo ao patriotismo em dia de banho de multidão no Minho

Em tempos de anunciar medidas de austeridade nada como uma visita ao Minho e que o diga José Sócrates, confrontado com um verdadeiro banho de […]

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Em tempos de anunciar medidas de austeridade nada como uma visita ao Minho e que o diga José Sócrates, confrontado com um verdadeiro banho de multidão na visita a Ponte de Barca. Por entre beijos, fotografias e apertos de mão das centenas de pessoas que se juntaram na rua, Sócrates lá deixou o desabafo: “Já alguém dizia que quem conta com o Minho encontra sempre mais do que a conta. Eu sempre contei com o Minho e sempre encontrei no Minho mais apoio e confiança do que porventura aquilo que merecia”.
 

Durante cerca de uma hora Ponte da Barca literalmente parou e nem a crise ou as medidas de austeridade esmoreceram o povo. “Hoje é dia de o ver. Não há crise para ninguém”, repetia um reformado, de olhar pregado no líder do Governo, mas ofuscado pelo estridente som dos bombos e concertinas. Á festa, que era de inauguração da Loja do Cidadão e do novo edifício dos Paços do Concelho de Ponte da Barca, não faltou o folclore, o fogo-de-artifício e uma viagem a pé, de poucas centenas de metros, mas que levou cerca de 20 minutos a percorrer. “Vai tu à beira dele. Aperta-lhe a mão”, dizia uma senhora mais idosa para o neto, à passagem de Sócrates. Uma das muitas centenas que obrigaram mesmo ao corte da estrada aquando do passeio de Sócrates. “Fiquei sensibilizado pela forma calorosa como fui recebido”, comentaria pouco depois o primeiro-ministro ao receber a medalha de ouro do concelho de Ponte da Barca, passando a ser cidadão de honra daquele concelho. “Não mereço, mas aceito-a. Com o espírito de que quem a recebe se sente na obrigação de fazer mais em prol do nosso País”, disse, a propósito, Sócrates. Já Vassalo Abreu, autarca socialista de Ponte de Barca, justificou a distinção e o dia de festa como “um agradecimento” ao Governo de José Sócrates.

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