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admin 25 Jun 2010

Utentes da A28 admitem “partir para a violência” caso Governo insista em portagens

Os utentes da A28, entre Viana do Castelo e Porto, admitem uma escalada de violência, nos próximos dias, caso o Governo mantenha a intenção de […]

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Os utentes da A28, entre Viana do Castelo e Porto, admitem uma escalada de violência, nos próximos dias, caso o Governo mantenha a intenção de portajar aquela via, mesmo depois da revogação da utilização dos chips na cobrança. Garantem mesmo que se o Governo avançar com a cobrança a 01 de Julho será “generalizado” os casos de utentes a passarem nos pórticos sem possibilitar os pagamentos. “Pelo que temos percebido nos últimos dias, em que seguem os preparativos para as portagens, nomeadamente ao colocarem placas com os preços, há pessoas que estão de tal forma indignadas que basta um empurrãozinho para partirem para a violência”, explicou Daniel Pedro. Segundo o porta-voz do movimento “A28 sem portagens”, constituído há um ano por utentes daquela SCUT, há “ecos” de pessoas que “querem partir para a violência” depois de ouvirem alguns responsáveis do Governo admitir avançar com a cobrança, mesmo com o chip chumbado no Parlamento.
 
 

 
“Num País em que um órgão de soberania, o Governo, não respeita outro, a Assembleia da República, está tudo perdido. Como é que nós vamos conseguir aguentar a revolta dos utentes?”, questiona-se Daniel Pedro. Diz mesmo que “será generalizado” o número de utentes que vão passar nestes pórticos, quatro entre Viana e Porto, sem qualquer dispositivo, pelo que a cobrança só será possível por registo fotográfico das viaturas. “Em alguns casos podemos estar a falar de cobranças de poucos cêntimos e quem vai assumir esses encargos? Os utentes não compram chips porque o Parlamento revogou”, diz ainda,

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