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admin 01 Jun 2010

Viana: Militares obrigados a disparar sobre assaltantes em fuga que tentaram atropelar guarda

  Elementos da GNR foram obrigados a disparar sobre dois homens que fugiam às autoridades, inclusive tentando atropelar um guarda, depois de levarem a cabo […]

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Elementos da GNR foram obrigados a disparar sobre dois homens que fugiam às autoridades, inclusive tentando atropelar um guarda, depois de levarem a cabo furtos em Viana do Castelo e Caminha, explicou fonte daquela força. Os tiros foram disparados pelos militares, primeiro para o ar e depois sobre os pneus da viatura, ao fim de vários quilómetros de perseguição, na zona de Vila do Conde, onde ainda tentaram a fuga a pé, até serem capturados pelos militares da GNR.
 

O primeiro caso aconteceu cerca das 03h30 da madrugada de terça-feira, depois de a PSP de Viana ter alertado a GNR para um assalto da freguesia de Darque no qual foi utilizada uma viatura “Mitsubishi Strakar L – 200”, referenciada como furtada na zona do Porto. Segundo fonte da GNR, “de imediato foi alertado o dispositivo da Guarda do distrito” e menos de 30 minutos depois a mesma viatura seria utilizada num outro assalto, a um café, em Moledo, concelho de Caminha. A GNR avançou então com uma operação de controlo dos acessos à A28 (liga Caminha a Viana e Porto), acabando a carrinha, de grande porte, por ser detectada naquela via por militares que ali circulavam, mas que seguiam em sentido oposto. De pronto esta patrulha inverteu a marcha e iniciou uma perseguição aos assaltantes e ao mesmo tempo foi preparada outra operação envolvendo meios mais a sul, no caso em Esposende, Barcelos e Braga, de forma a montar um dispositivo, no nó de Apúlia, “com vista à intercepção dos suspeitos”. No entanto, a mesma acabou por não correr como esperado e apesar do sinal de paragem aos suspeitos e dos meios no local, os assaltantes “para além de não obedecerem ao sinal de paragem, tentaram atropelar o militar e puseram-se em fuga”, acrescenta a GNR. De novo em perseguição, elementos da GNR utilizaram várias formas para tentar imobilizar a viatura, desde sinais sonoros, luminosos e mesmo “ordens verbais pelo megafone”. “A isto os indivíduos responderam com várias tentativas de abalroamento das viaturas e está-se mesmo a ver a dimensão de uma carrinha daquelas para cima, se tivessem conseguido, de uma viatura ligeira”, acrescentou a mesma fonte da Guarda.
 

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