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admin 05 Jul 2010

Saúde: Minho vai apresentar proposta para acordo com Galiza até ao final do ano

Moradores nos concelhos de fronteira do distrito de Viana do Castelo a recorrerem ao Hospital de Vigo, na Galiza, ou a população daquela região autónoma […]

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Moradores nos concelhos de fronteira do distrito de Viana do Castelo a recorrerem ao Hospital de Vigo, na Galiza, ou a população daquela região autónoma espanhola nas consultas alargadas até à meia-noite nos centros de saúde minhotos, poderá em breve ser uma realidade no Alto-Minho. A garantia é do presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto-Minho que, à Geice, anunciou para dentro de seis meses o projecto será entregue aos governos dos dois países.
 

“Mais do que exequível é necessário utilizar os meios que existem, independentemente das fronteiras. Desde os meios terrestres aos aéreos passando pelos profissionais de saúde ou equipamentos. Mas primeiro é preciso saber o que existe no terreno e é esse levantamento que está a ser feito”, explicou Rui Solheiro. Em causa está o “acordo-quadro” entre Portugal e Espanha sobre cooperação transfronteiriça em Saúde, documento que consiste numa base geral de partida. “O estudo está a começar a ser feito pela Universidade do Minho e dentro de seis meses contámos apresentar a nossa proposta, de cuidados de saúde transfronteiriços, aos governos dos dois Países, como ficou estipulado na cimeira Ibérica de Zamora em 2009”, acrescentou o líder da CIM. “Mas claro que terá de haver compensações financeiras a nível de cada Estado. Mas a nossa proposta já vai contemplar todos os aspectos, desde as urgências aos cuidados de especialidade. Sempre usando os meios existentes ao serviço da população comum àquela região”, disse ainda o também presidente da Câmara de Melgaço. Os autarcas da fronteira minhota insistem no exemplo do Hospital de Vigo, que apresenta valências só comparáveis às unidades de saúde do Porto, mas a pouco mais do que 40 quilómetros, ou seja menos de um terço da distância. “Em contraponto, temos consultas abertas 18 horas por dia nos nossos centros de saúde, ao dispor da população galega”, sustentou.

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