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admin 02 Ago 2010

Alunas querem montar Funerária… para animais

No Norte do País poderá nascer, em 2011, uma funerária diferente, a constituir por quatro alunas do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e […]

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No Norte do País poderá nascer, em 2011, uma funerária diferente, a constituir por quatro alunas do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e que se destinará exclusivamente a animais. O objectivo é preencher uma lacuna já que o fim de vida de qualquer animal doméstico “nunca é muito claro”, explicam as alunas do curso de Enfermagem Veterinária. “Desde o inicio do curso identificamos o problema: Todos Têm animais mas o seu fim não é evidente. Para onde vão os animais depois de mortos?”, lembra Isabel Cunha, uma das mentoras do projecto “Funerária Animal”. Tendo em conta as determinações da Direcção-Geral de Veterinária, que proíbe o enterro de animais, todos os animais, recolhidos no domicílio pela empresa, serão incinerados.

“Em Portugal só há uma empresa parecida, em Lisboa, mas com menos serviços”, explica ainda Isabel Cunha, sendo que a ideia é ainda assinada por Anna Beck, Mariana Maia e Nádia Batista, todas alunas do 2º ano do curso de Enfermagem Veterinária, na Escola Superior Agrária do IPVC. A ideia passa por criar uma empresa capaz de gerir todos os actos após a morte de um animal, como cremações colectivas e individuais ou mesmo a possibilidade de o proprietário escolher as urnas personalizadas. Ainda a compressão das cinzas do animal numa jóia será um serviço a disponibilizar. As alunas já identificaram a necessidade de investir 400 mil euros, na criação desta funerária para animais, a implementar na zona do Porto, uma ideia de negócio premiada no concurso Poliempreende.  Trata-se de um concurso de empreendedorismo dirigido aos alunos do ensino superior politécnico em Portugal, tendo “etapas” em cada um dos institutos e, depois, uma final nacional. No IPVC, a ideia de criação de uma funerária veterinária ficou em segundo lugar, o que valeu às autoras um prémio de 1500 euros. No total, ao Poliempreende do IPVC concorreram este ano catorze ideias, tendo o primeiro lugar sido atribuído a um projecto de aquacultura, que visa a produção em cativeiro de polvos e robalos.

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