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admin 11 Ago 2010

Casa desabitada ardida, galinheiros destruídos e pinhal queimado são consequências do fogo em Perre

Na freguesia de Perre o tempo é de fazer contas ao incêndio que durante o dia de terça-feira devastou a localidade. Uma casa parcialmente ardida, […]

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Na freguesia de Perre o tempo é de fazer contas ao incêndio que durante o dia de terça-feira devastou a localidade. Uma casa parcialmente ardida, que não era habitada há vários anos, galinheiros devorados pelas chamas e paredes de dezenas de casas chamuscadas pelo fogo além de vários hectares consumidos em poucas é o balanço negro feito pelo presidente da Junta de Freguesia de Perre, sem esconder as horas de pânico que se viverem durante o dia.

 
“Em cerca de meia-hora o fogo percorreu quilómetros e deixou-nos sem meios. Graças a Deus os lavradores apareceram com cisternas para apoiarem o combate. Mas o monte ardeu todo”, acrescentou o autarca Vasco Cerdeira. O forte vento que se fez sentir durante o dia contribuir para alargar o fogo às freguesias de Outeiro e Santa Marta de Portuzelo e só ao final do dia é que houve reforço de meios aéreos. A limpeza do monte, ou no caso a falta dela, é o principal motivo apontado para a gravidade do incêndio. “Antigamente faziam-se as limpezas porque era necessário para os animais, hoje já não é preciso e depois resulta neste tipo de situação. Foram momentos dramáticos, com pessoas a gritar e a chorar, reconhece o autarca de Perre, admitindo que valeu a solidariedade dos habitantes. “Não ficou um metro quadrado de pinhal por arder”, diz ainda.

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