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admin 23 Ago 2010

Coliseu de Viana será estrela nas festas d’Agonia de 2011

O Coliseu de Viana do Castelo, um pavilhão multiusos que está a nascer junto ao rio Lima mas cuja construção continua a derrapar no tempo, […]

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O Coliseu de Viana do Castelo, um pavilhão multiusos que está a nascer junto ao rio Lima mas cuja construção continua a derrapar no tempo, deverá ser a grande novidade para as Festas d’Agonia de 2011, tendo em conta a perspectiva da autarquia de que possa ficar concluído em Junho próximo. O primeiro grande espectáculo poderá mesmo ser a típica Festa do Traje, em que centenas de elementos de grupos folclóricos sobem ao palco para mostrar o património cultural do concelho e que, para já, tem decorrido ao ar livre, em pleno castelo de Santiago da Barra.

 
“Esse é um dos objectivos. A nossa previsão é que o Coliseu esteja concluído entre Maio e Junho, a tempo das próximas festas para que possamos realizar lá a Festa do Traje, com outras condições, de conforto e luz, para o público”, explicou José Maria Costa, presidente da autarquia de Viana do Castelo. A construção do Coliseu está orçada em mais de 11 milhões de euros e é da autoria do arquitecto Souto Moura. A sua conclusão já esteve agendada para 2008, mas sucessivos problemas, desde financiamento e problemas de construção e até à falência do primeiro empreiteiro, protelaram os trabalhos, que já estão no terreno há três anos. A estrutura terá capacidade para mais de 4000 pessoas e deverá ser candidatada a fundos comunitários. Em Maio último ficou a saber-se que a construtora Martifer assumiu a posição da empresa Alberto Mesquita no consórcio encarregue da construção, depois da insolvência da empresa que começou os trabalhos que junto ao rio Lima. Recorde-se que pouco tempo depois de começarem, as obras foram interrompidas por ordem do Tribunal, depois de uma das empresas derrotadas ter recorrido do resultado do concurso público. Só no inicio de 2010, dois anos depois de arrancar a obra, é que “ultrapassou” a fase das fundações para começar a ganhar cobertura. Trabalhos dificultados por se tratar de um pavilhão que fica 7,5 metros abaixo do nível das águas, em plena marginal.

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