FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 26 Ago 2010

Mais de três anos depois Tribunal começa a julgar caso do Museu do Ouro

Arranca já a 15 de Setembro, três anos depois dos factos ocorridos, o julgamento do mediático caso do violento assalto ao museu do Ouro e […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

Arranca já a 15 de Setembro, três anos depois dos factos ocorridos, o julgamento do mediático caso do violento assalto ao museu do Ouro e que envolverá um Tribunal de Juri, constituído por quatro jurados e três juízes. Esta forma de Julgamento, raramente utilizada em Portugal, foi solicitada pela Defesa do ourives assaltado em Setembro de 2007, num caso envolveu uma morte e a troca de tiros dos assaltantes com agentes da PSP. “Acho que a sensibilidade das pessoas de Viana deve pesar um pouco. A cidade toda sentiu a devassa e ofensa à sua dignidade por tudo o que se passou naquele dia e por isso devem ter uma palavra a dizer”, afirmou Manuel Freitas. Segundo o despacho de pronúncia, apenas um dos seis arguidos iniciais foi ilibado, tendo caído ainda a acusação de associação criminosa, esta que só por si poderia valer cerca de dez anos de prisão a cada um dos elementos.

 

 
Assim, os cinco jovens agora constituídos arguidos vão a julgamento acusados de três crimes de roubo, dois de homicídio qualificado na forma tentada, três de ofensas à integridade física, entre outros. Quatro dos arguidos continuam a aguardar julgamento em liberdade por o Tribunal entender que não existe perigo de fuga, enquanto que um quinto – que não foi abrangido pelo erro processual que libertou os restantes há mais de um ano e meio – permanece em prisão preventiva. Os quatro aguardam o julgamento com apresentações, em dias pares, às autoridades. Além do alarme social e da morte de um dos assaltantes, fruto da troca de tiros com a PSP, o assalto provocou um prejuízo de mais de 750 mil euros ao proprietário do Museu do Ouro e da Ourivesaria Freitas. Recorde-se que do tiroteio resultaram ainda quatro feridos, entre os quais um agente da PSP e, o caso mais grave, um transeunte, então com 74 anos, que estava numa paragem de autocarro e foi atingido na coluna, ficando paraplégico.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts