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admin 04 Ago 2010

Novas marinas de Viana serão realidade em 2011, obras arranca no final do ano

O administração do Porto de Mar de Viana do Castelo acaba de anunciar a aprovação e lançamento do concurso público para a construção do novo porto […]

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O administração do Porto de Mar de Viana do Castelo acaba de anunciar a aprovação e lançamento do concurso público para a construção do novo porto de pesca de Viana do Castelo, que “permitirá o ordenamento do estacionamento da frota de pesca em melhores condições de segurança e operacionalidade”. Desta forma será ainda libertada a ex-doca comercial para a construção da futura marina Atlântica, numa empreitada global estimada em dois milhões de euros.

 
“Tem adjudicação prevista para o final do corrente ano, data em que se iniciarão as obras, cuja conclusão se concretizará em finais de 2011”, avançou fonte da administração portuária. A empreitada viu aprovada uma candidatura ao programa Propescas para “reordenamento do estacionamento da frota de pesca” que incluirá a reabilitação da doca de marés e a construção de uma nova doca na bacia adjacente ao cais da lota.  “Este projecto visa a reabilitação da zona junto às instalações da Docapesca e dos armazéns de aprestos, dando cumprimento ao estabelecido no Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha do município de Viana do Castelo”, explicou ainda a administração portuária. Por resolver fica a concessão da gestão das marinas, depois da vitória, no concurso público, de um grupo de empresários locais. No entanto a administração portuária foi confrontada com o direito de preferência, exercido por um grupo espanhol, que resultou das regras estabelecidas na primeira fase do concurso, em que se apresentaram os espanhóis da MarePuertos. Este contrato de concessão, que estipula uma renda anual de 90 mil euros e um investimento de 5,2 milhões, deverá ser assinado em breve, mas os responsáveis pelo Real Iate de Viana, o grupo de empresários que venceu inicialmente o concurso, não se conforma e admite recorrer para os tribunais. Ao exercer o direito de preferência, o grupo espanhol ficou obrigado a concretizar a proposta vencedora, que previa a reconversão da antiga doca comercial numa marina Atlântica, a recuperação da doca seca Engenheiro Duarte Pacheco e a reabilitação das docas de recreio situadas a montante e jusante da ponte Eiffel. Engloba ainda a construção de três edifícios de apoio. Estas intervenções, que serão integralmente executadas num prazo de três anos, proporcionarão uma oferta superior a 500 postos de acostagem para embarcações de recreio até 20 metros de comprimento e 3 metros de calado.

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