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admin 04 Ago 2010

Seis anos depois de construída ponte internacional passa a ter acesso do lado português

  Mais de seis anos depois a ponte internacional sobre o rio Minho entre Vila Nova de Cerveira e a localidade galega de Tomiño vai […]

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Mais de seis anos depois a ponte internacional sobre o rio Minho entre Vila Nova de Cerveira e a localidade galega de Tomiño vai finalmente ter um acesso directo do lado português, a inaugurar esta quinta-feira pelo secretário de Estado das Obras Públicas e depois da sua construção ter custado quase tanto como a ponte propriamente dita, dadas as dificuldades na sua implementação. A Ponte da Amizade, como foi baptizada, conheceu a inauguração a 9 de Junho de 2004, num investimento de seis milhões de euros, comparticipados em 75% por fundos comunitários. Seis anos depois é que finalmente, do lado português, passa a existir a partir da EN13. O acesso à ponte era feito até agora por uma rotunda sinuosa e obrigando a uma inversão de marcha, o que confunde muitos condutores.
 

 
 
O novo acesso, cuja obra ficou a cargo da Estradas de Portugal arrancou em 2009, para custar cerca de cinco milhões de euros e envolveu a construção de uma ligação área sobre o caminho-de-ferro e Estrada Nacional 13. “É um dia de festa. Finalmente conseguimos ter acesso, que vem qualificar a entrada e saída de Cerveira e que acaba com os constrangimentos destes anos todos”, explicou o presidente da autarquia local José Manuel Carpinteira admitindo que tratar-se de uma obra que foi “muito complicada de se fazer” além dos constrangimentos financeiros. Do lado espanhol os acessos estão prontos desde a inauguração, daí ter insistido, nos últimos anos, que se tratava de uma ponte inacabada”. Para José Manuel Carpinteira, além de ser a “concretização de um velho sonho”, a nova ponte constituiu “um passo em frente” na dinamização económica e no reforço das relações a vários níveis entre as duas regiões vizinhas, “com uma identidade sócio-cultural semelhantes”. A estrutura, com 430 metros de extensão, levou 18 meses a ser edificada, representado um custo total de seis milhões de euros. Verba que foi comparticipada em 75 por cento pelos fundos comunitários do INTERREG, assegurando, em partes iguais, as duas autarquias directamente envolvidas na obra, os restantes 25 por cento.

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