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admin 28 Set 2010

Museu do ouro: testemunha chave no caso pede videoconferência por se sentir “intimidada”

Uma testemunha chave no caso do assalto ao museu do ouro de Viana do Castelo que hoje deveria ser ouvida em tribunal pediu para falar […]

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Uma testemunha chave no caso do assalto ao museu do ouro de Viana do Castelo que hoje deveria ser ouvida em tribunal pediu para falar por videoconferência, alegando sentir-se “emocionalmente instável” e “intimidada”. Trata-se da filha do proprietário de um stand de motos de Santo Tirso onde no dia do assalto dois indivíduos foram pedir ajuda para um outro que transportavam no carro e que estava baleado na cabeça. No stand, os indivíduos foram recebidos pela filha do proprietário, pelo que o testemunho desta é considerado fundamental para identificar os indivíduos que transportavam o ferido e apurar se se encontram entre os cinco arguidos no processo.

Na semana passada, na véspera do dia marcado para o proprietário do stand, os dois filhos e um funcionário começarem a depor em tribunal, o estabelecimento foi alvejado por dois indivíduos encapuzados, que dispararam tiros de caçadeira, numa presumível tentativa de intimidação das testemunhas.O tribunal já pediu proteção policial para estas quatro testemunhas, que será assegurada com caráter de permanência, enquanto decorrer o julgamento.Nesse dia, dois indivíduos encapuzados, numa presumível tentativa de intimidação das testemunhas, dispararam tiros de caçadeira em direção ao stand, provocando apenas danos materiais.Hoje, o tribunal ouviu três testemunhas, que optaram por depor sem a presença dos arguidos, alegando que assim se sentiam “mais à vontade”.O assalto ao museu do ouro e a uma ourivesaria contígua registou-se a 06 de setembro de 2007, tendo-se registado troca de tiros entre os assaltantes e a polícia.Na altura do assalto, registou-se troca de tiros com a PSP, tendo um dos assaltantes sido alvejado no crânio, acabando por morrer no dia seguinte.Os assaltantes fugiram numa carrinha roubada, que viriam a incendiar poucos minutos depois num caminho da freguesia de S. Romão de Neiva, prosseguindo a fuga numa outra viatura, também furtada.Do tiroteio resultaram ainda quatro feridos, sendo o caso mais grave o de um transeunte, então com 74 anos, que estava numa paragem de autocarro e que foi atingido na coluna, ficando paraplégico.As peças roubadas, cujo valor ascende a perto de 790 mil euros, nunca mais foram recuperadas.Dos cinco arguidos, só um se encontra em prisão preventiva, já que os outros quatro foram entretanto libertados, devido a um erro processual.

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