FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 15 Set 2010

Viana: Começa hoje o julgamento do assalto ao Museu do Ouro

Arranca hoje, três anos depois dos factos ocorridos, o julgamento do mediático caso do violento assalto ao Museu do Ouro de Viana do Castelo. Um […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

Arranca hoje, três anos depois dos factos ocorridos, o julgamento do mediático caso do violento assalto ao Museu do Ouro de Viana do Castelo. Um julgamento que envolve um Tribunal de Júri, constituído por quatro jurados e três juízes. Esta forma de julgamento, raramente utilizada em Portugal, foi solicitada pela Defesa do ourives assaltado em Setembro de 2007, num caso envolveu uma morte e a troca de tiros dos assaltantes com agentes da PSP. “Acho que a sensibilidade das pessoas de Viana deve pesar um pouco. A cidade toda sentiu a devassa e ofensa à sua dignidade por tudo o que se passou naquele dia e por isso devem ter uma palavra a dizer”, afirmou Manuel Freitas, o proprietário do Museu do Ouro. Segundo o despacho de pronúncia, apenas um dos seis arguidos iniciais foi ilibado, tendo caído ainda a acusação de associação criminosa, esta que só por si poderia valer cerca de dez anos de prisão a cada um dos elementos.

 
 Assim, os cinco jovens agora constituídos arguidos vão a julgamento acusados de três crimes de roubo, dois de homicídio qualificado na forma tentada, três de ofensas à integridade física, entre outros. Quatro dos arguidos aguardaram julgamento em liberdade por o Tribunal entender que não existe perigo de fuga, enquanto que um quinto – que não foi abrangido pelo erro processual que libertou os restantes há mais de um ano e meio – permanece em prisão preventiva. Além do alarme social e da morte de um dos assaltantes, fruto da troca de tiros com a PSP, o assalto provocou um prejuízo de mais de 750 mil euros ao proprietário do Museu do Ouro e da Ourivesaria Freitas. Recorde-se que do tiroteio resultaram ainda quatro feridos, entre os quais um agente da PSP e, o caso mais grave, um transeunte, então com 74 anos, que estava numa paragem de autocarro e foi atingido na coluna, ficando paraplégico.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts