FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 13 Out 2010

Autárquicas/1ano: Autarca eleito há um ano ainda não tomou qualquer decisão

  As Eleições Autárquicas já lá vão há precisamente um ano mas Márcio Alves,  presidente da Junta de Merufe, em Monção, também há precisamente um […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

 
As Eleições Autárquicas já lá vão há precisamente um ano mas Márcio Alves,  presidente da Junta de Merufe, em Monção, também há precisamente um ano mas desde essa data pouco fez pela freguesia. Não que não queira, mas porque não pode. A última reunião “a sério com todos os eleitos” foi em Fevereiro e ninguém se decide a formar ao executivo. Resultado: Em Merufe, oficialmente, não há decisões há um ano.
 
 

 
“Sinto-me pouco presidente, de facto. O plano de actividades, de obras, que havia para este ano perdeu-se todo e só dá para fazer pequenas reparações com o resto do material que temos aí”, confessa, desgosto um autarca que se sente “pouco presidente”. A história começa a 11 de Outubro de 2009 com a vitória, nas autárquicas, da lista liderada por Márcio Alves, mas sem maioria absoluta, já que conquistou quatro mandatos, tantos quantos os da lista de Hélder Dias, tendo a terceira, encabeçada por Durval Gonçalves, conseguido um eleito. Todos os três em listas independentes. Embora sem chegarem a consenso, o certo é que Márcio Alves foi empossado presidente e a partir daquela data os órgãos da freguesia ficaram instalados. No entanto nunca houve acordo quanto à constituição da Junta, já que Márcio Alves exige dois lugares no Executivo, enquanto os outros candidatos querem que seja constituído por um elemento de cada lista. Sem executivo não há decisões, pagamentos ou outra qualquer posição e a freguesia parou. “Já fizemos reuniões entre nós mas eles, que perderam, não aceitam deitar a Junta abaixo para haver eleições e sem isso o Tribunal diz que não há outra decisão”, acrescenta. Pior do que não decidir, confessa, é o facto de ver sete funcionários da junta – entre os quais sapadores florestais que “não pararam todo o verão” -, com dez meses de salarários em atraso. Entretanto, o Tribunal Administrativo está analisar um pedido para desbloquear os pagamentos e ordenar, directamente, à instituição bancária da Junta, para que pelo menos proceda às transferências para os trabalhadores da autarquia, sobretudo pessoal das obras, limpeza e apoio escolar. “Há dias em que nem lhes consigo dizer nada. O que vamos fazer?”, confessa o autarca eleito.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts