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admin 21 Out 2010

Carvalho Martins: “A minha vida politica acabou” – para ouvir no Em Cima da Mesa

Ao fim de 32 anos de política activa, António Carvalho Martins garante que está fora das corridas eleitorais da militância activa. Um dos mais influentes […]

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Ao fim de 32 anos de política activa, António Carvalho Martins garante que está fora das corridas eleitorais da militância activa. Um dos mais influentes minhotos na direcção do PSD, e que ainda é vereador da oposição na câmara de Viana do Castelo, diz que depois de já ter feito quase de tudo pelo partido está agora numa curva ascendente, mas como empresário. Diz António Carvalho Martins que candidaturas, desde o cenário das últimas autárquicas, simplesmente acabaram e os desafios são agora apenas empresariais. Declarações para conferir no programa “Em Cima da Mesa” desta noite, depois das 21.00, na Geice FM, em que os vereadores da oposição fazem o balanço de primeiro ano de mandato autárquico.

“Estou claramente na curva descendente do político e ascendente na de empresário. Olhando para trás, concorrer em Viana em 2009 foi uma tolaria e por isso a vida politica fechou para mim. Aliás, com a vida empresarial que levo não sei o que seria de mim se tivesse ganho a Câmara, se calhar já tinha dado um tiro”. Carvalho Martins admite mesmo que, nesta altura, pode não chegar até ao final do mandato e pedir a saída do cargo de vereador da oposição, dado o volume de trabalho que tem na gestão da sua vida empresarial. De Deputado, a elemento da direcção nacional do PSD, a lider da distrital do PSD e passando por Governador Civil do distrito e por duas vezes candidato à câmara de Viana do Castelo, Carvalho Martins garante que politica está fora dos seus horizontes e até admite não levar o mandato actual, na autarquia, até ao fim. No “Em cima da mesa” desta noite também participa o vereador do CDS-PP no Executivo, Aristides Sousa, que alerta para os custos com o pessoal que a Câmara assume actualmente. Ou seja 17 milhões de euros por ano, “o equivalente a toda a receite de impostos municipais”. “Não posso aceitar isto”, afirma o vereador Aristides Sousa.

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