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admin 01 Out 2010

Fase crítica dos incêndios terminou: Viana do Castelo registou um “número impensável” de ocorrências

  A época mais crítica em incêndios florestais terminou esta quinta feira, num verão que ficou marcado, em todo o país, pela morte de três […]

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A época mais crítica em incêndios florestais terminou esta quinta feira, num verão que ficou marcado, em todo o país, pela morte de três bombeiros e a maior área ardida dos últimos quatro anos. Durante a fase “Charlie” de combate a incêndios, que começou a 01 de Julho, estiveram operacionais perto de 10 mil elementos, 2177 veículos e 56 meios aéreos, além dos 236 postos de vigia da responsabilidade da GNR. Com um dispositivo praticamente idêntico ao dos anos anteriores, os fogos florestais não deram tréguas aos bombeiros sobretudo na primeira quinzena de Agosto, quando os incêndios consumiram 49 389 hectares de florestas. Viana do Castelo registou, neste período, quase 2 mil ocorrências, um número que de acordo com Costeira Antunes, o responsável distrital da Protecção Civil, é “impensável” para um distrito com as dimensões de Viana do Castelo.

 
Só no distrito de Viana do Castelo arderam 21 657 hectares de floresta, o segundo valor mais elevado do país. Em Julho, os concelhos mais fustigados foram Viana do Castelo e Arcos de Valdevez. Em Agosto, o pior mês, as chamas fizeram sentir mais os seus efeitos em Ponte de Lima, e de novo Viana do Castelo e Arcos de Valdevez. Uma situação que só se inverteu em Setembro, mês em que Monção foi o concelho mais fustigado pelas chamas.

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