FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 14 Out 2010

“Desespero” pela Via Verde em Viana

Com as lojas Via Verde a mais de 70 quilómetros de distância, os automobilistas de Viana do Castelo tentam hoje encomendar pela Internet o dispositivo […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

Com as lojas Via Verde a mais de 70 quilómetros de distância, os automobilistas de Viana do Castelo tentam hoje encomendar pela Internet o dispositivo eletrónico para o pagamento de portagens nas SCUT. “Estou desde manhã a tentar pedir a Via Verde pela Internet, mas ainda não consegui. Umas vezes diz que o site está em manutenção, outras vezes consegui entrar mas era impossível colocar o modelo do meu carro. Resta-me continuar a tentar, a ver se consigo, mas isto é desesperante”, explicou Isabel Martins.

Pedro Soares já foi à loja do Porto da Via Verde para tentar comprar o dispositivo, mas voltou para trás, face à “fila enorme de gente” que lá encontrou, “à procura do mesmo”. “Resolvi vir tentar através da Internet, mas estou a ver que também não vou lá. A página está congestionada, pode ser que mais lá para a noite o movimento acalme”, referiu. Em Viana do Castelo, não há loja Via Verde, ficando as mais próximas na Trofa ou no Porto, em ambos os casos a mais de 70 quilómetros de distância. O início da cobrança de portagens nas SCUT do Norte Litoral, Grande Porto e Costa da Prata está anunciado para sexta feira, mas o pagamento só pode ser feito através de dispositivos eletrónicos. As opções são a Via Verde ou o dispositivo eletrónico de matrícula (vulgarmente conhecido por chip), podendo este ser adquirido nas estações de Correios. O preço é igual, mas o chip só serve para as SCUT, enquanto a Via Verde pode ser utilizada em todas as autoestradas do país. “A pagar e a pagar, então prefiro a Via Verde, que dá para todas as estradas”, referiu Rosa Freitas. Por isso, as duas estações de Correios da cidade de Viana do Castelo, apesar de sofrerem algum “natural acréscimo” de clientes, não registam filas substanciais. À espera de vez para ser atendida, com apenas quatro pessoas à sua frente, Florinda Mota disse que ia encomendar o “chip” porque a Via Verde “fica muito longe” e também porque as únicas viagens que faz na autoestrada são até à Póvoa de Varzim, para tratamentos clínicos. “Nas outras autoestradas nunca ando, por isso o ‘chip’ serve-me muito bem. Vou ver se as isenções me chegam para as viagens todas. Se não chegarem, talvez tente ir pela EN13, que a vida não está fácil”, rematou.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts