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admin 21 Out 2010

SCUT: Camiões pesados “fogem” à A 28 desrespeitando proibição de circularem na ponte de Fão

Desde que a A 28 começou a ser portajada, vários camiões começaram a circular pela ponte de Fão, uma estrutura que, há vários anos, está […]

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Desde que a A 28 começou a ser portajada, vários camiões começaram a circular pela ponte de Fão, uma estrutura que, há vários anos, está interdita a pesados.  A ponte, que atravessa o rio Cávado e que liga a cidade de Esposende à freguesia de Fão, é estreita e com a passagem de camiões há constrangimentos ao nível do tráfego automóvel.

O presidente da Câmara Municipal de Esposende desconhece a situação, mas não deixou de dizer que não fica surpreendido com o fato. “Essa passagem abusiva era algo que se previa e nós fartamo-nos de avisar os responsáveis do governo para as consequência que a introdução de portagens teria numa região sem alternativas”, disse João Cepa. Ainda assim, e porque “o troço da A 28 entre Apúlia e Esposende não é portajado, não se justifica a utilização abusiva da ponte de Fão”, sublinhou o autarca. Um dos camionistas que fez a travessia da ponte explicou que segue aquele percurso porque “facilita a viagem”.  Apesar de saber que o trânsito naquela via está interdito a pesados, explicou que “é mais prático” ir pela ponte do que “andar a entrar e sair da A 28 para fugir às portagens”. Foi em 2006 que aquela estrutura centenária foi alvo de uma intervenção por parte das Estradas de Portugal (EP), que incluiu a renovação da estrutura metálica, do tabuleiro e também dos alicerces que se encontravam irregulares e deformados. Após a recuperação completa daquele imóvel classificado de interesse público, o trânsito pesado ficou interdito, com exceção dos transportes públicos. João Cepa teme agora que o aumento de circulação provoque desgaste naquela estrutura, onde se gastaram mais de dois milhões de euros. Por isso, o autarca anunciou que vai “alertar as autoridades policiais locais para esta situação, uma vez que está em causa a segurança das pessoas e também a fluidez do tráfego”, numa ponte que tem 267 metros de comprimento e que é sustentada por sete pilares enterrados a mais de 15 metros abaixo do leito do rio.

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