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admin 21 Out 2010

Submarino Delfim a caminho de Viana

Viana do Castelo vai dispor em 2011 de um submarino de guerra. Tudo não passa de uma aposta cultural do município e que já tem […]

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Viana do Castelo vai dispor em 2011 de um submarino de guerra. Tudo não passa de uma aposta cultural do município e que já tem o aval da Marinha. O submarino Delfim vai ter assim uma última missão, depois de 40 anos de serviço em águas de todo o mundo. Assim, a marinha portuguesa vai ceder à Câmara de Viana do Castelo, dentro de meses, o submarino Delfim que agora vai avançar para a fase de desmantelamento para depois constituir um novo pólo de visita a navios-museu, na cidade, confirmou à Geice fonte daquele ramo militar.

 

 
“Em virtude do submarino NRP “Delfim” ter sido abatido ao efectivo dos navios de guerra no presente ano, está a ser reiniciado o respectivo processo de cedência, para fins museológicos, à Câmara Municipal de Viana do Castelo”, explicou o Comandante João Barbosa, porta-voz da Marinha. Com a chegada do novo submarino à Marinha Portuguesa e o início do desmantelamento do “Delfim”, a Câmara de Viana do Castelo reiterou o interesse, em Setembro, junto do Chefe do Estado Maior da Armada. Nesse sentido já foram constituídas equipas técnicas entre a autarquia e a Marinha, envolvendo os próprios Estaleiros Navais de Viana do Castelo, que vão apoiar logisticamente a operação para encontrar e preparar o local de exposição do “velhinho” submarino. “São questões que esta comissão vai agora articular, tendo nos estaleiros navais um apoio essencial, o que sabemos é que o queremos colocar junto ao à marginal, próximo de outro pólo importante que é o navio Gil Eannes”, explicou José Maria Costa, presidente da autarquia. Segundo a Marinha, seguem-se agora os trabalhos a realizar no submarino, “para o fim a que se destina” e que “decorrerão sobre a responsabilidade da Câmara, proporcionando a Marinha o apoio operacional que for julgado necessário e relacionado com a sua movimentação até ao destino”. À autarquia caberá ainda o pagamento de 50 mil euros à Marinha, para suportar os custos de preparação técnica e ambiental no âmbito do seu desmantelamento. Todos os trabalhos e preparação do Delfim já estão em curso e em breve será celebrado o protocolo, entre Marinha e Câmara, para a cedência do submarino. Nesta altura a única dúvida consiste em decidir se o navio será exposto dentro ou fora de água. “Depende do estudo técnico que vamos fazer e sobretudo da opinião que os estaleiros nos vai dar sobre a localização. Há pessoas que entendem que tem maior visibilidade, da sua geometria, fora de água, outros que diz que devem estar emerso, para se sentir a realidade do navio. Ainda vamos estudar bem isso”.

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