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admin 05 Nov 2010

Câmara de Viana quer remoção do pórtico à entrada da Zona Industrial do Neiva

O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou ter solicitado ao Secretário de Estado das Obras Públicas a remoção do pórtico de cobrança de […]

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O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou ter solicitado ao Secretário de Estado das Obras Públicas a remoção do pórtico de cobrança de portagens na A28 que se encontra a 700 metros da zona industrial de S. Romão de Neiva, por estar a afectar a actividade económica ali existente. “A portagem em Viana do Castelo é nociva para a actividade económica a e a zona industrial tem muitos trabalhadores que precisam de passar por ali. O facto de o pórtico estar logo no inicio da auto-estrada é um factor de descriminação negativa”, explicou José Maria Costa, socialista que lidera a autarquia.

Ainda assim não esconde a insatisfação com o facto de os argumentos não terem tido retorno junto da Tutela. Em causa está um pórtico colocado precisamente poucos metros antes da saída para a zona industrial, o que obriga os milhares de trabalhadores que residem em Viana a um pagamento diário de 1,50 euros apenas para fazer um percurso de 700 metros. Também o vereador do CDS-PP na autarquia defendeu que até à aplicação das portagens em todas as SCUT do País aquele pórtico deveria ser suspenso. “Pelo menos para já este pórtico deveria ser abolido. O parque industrial está estrangulado e com este pórtico, além de prejudicar a vida dos trabalhadores que residem e trabalham no próprio concelho”, denuncia o vereador Aristides Sousa. É que centenas de trabalhadores da Zona Industrial do Neiva, a maior de Viana do Castelo e que alberga dezenas de unidades fabris, estão revoltados com o facto de, com o inicio de cobrança de portagens na A28, terem que gastar entre 30 a 60 euros por mês para percorrer uma distância tão curta. Ao longo do percurso até ao Porto há mais três pórticos de cobrança, mas o segundo fica a poucos quilómetros do de São Romão de Neiva, no limite entre os concelhos de Viana e Esposende. Além deste aspecto a maioria socialista e CDS-PP concordam ainda nas dificuldades burocráticas que o próprio Estado está a criar aos residentes que queiram usufruir dos descontos e isenções nas primeiras 10 viagens mensais, ao exigir vária documentação e mesmo registos autenticados para aceitar os pedidos.

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