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admin 09 Nov 2010

ENVC: Primeiro NPO deverá ser entregue à Marinha ainda este ano

O ministro da Defesa anunciou que o primeiro Navio de Patrulha Oceânica para a Armada Portuguesa deve ser entregue até ao fim deste ano, adiantando […]

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O ministro da Defesa anunciou que o primeiro Navio de Patrulha Oceânica para a Armada Portuguesa deve ser entregue até ao fim deste ano, adiantando que países como a Nigéria já mostraram interesse por este equipamento. Durante a apresentação da proposta de Orçamento do Estado para a Defesa Nacional na especialidade, foi o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, a adiantar que “a expectativa” é que o NPO “Viana do Castelo” seja entregue até ao fim de 2010.

 
Já Augusto Santos Silva referiu que o primeiro NPO – de oito navios encomendados pela Marinha – em construção nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) está “a ser finalizado” e que “há outros países nessa linha de NPO’s de construção portuguesa”. Neste contexto, o governante considerou que este processo de construção é “absolutamente decisivo” para que Portugal venha a ser um “player” na construção naval. No final da audição, o ministro da Defesa disse que os ENVC trabalham com o final do ano como “horizonte” para entregar o “Viana do Castelo”. A questão dos NPO surgiu durante o debate parlamentar, após o deputado do PCP António Filipe ter criticado a relação entre os quadros do PIDDAC do Orçamento de 2010 e 2011, apontando-lhes uma “incongruência total”. “Os quadros do ano passado, que se referiam ao [montante] executado até 2009, se os compararmos com os de 2010, verificamos que há um [valor] executado muito menor este ano”, afirmou. O deputado comunista referiu que os NPO divergiam em 5 milhões de euros relativamente a 2009 e que nos Navios de Combate à Poluição há “menos 16 milhões do que até 2009”, tal como nas Lanchas de Fiscalização Costeira, com “menos 4 milhões de euros”. Na resposta a esta questão específica, o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, afirmou que os mapas referidos por Filipe só poderiam ter sido “feitos com base em estimativas de execução que não se verificaram”.

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