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admin 05 Nov 2010

Moradores denunciam que custos para demolir Coutinho já ascendem em 250 milhões de euros

  A demolição dos 13 andares do prédio “Coutinho”, em Viana do Castelo, prevista pela VianaPolis para 2004 mas que ainda hoje está por concretizar, […]

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A demolição dos 13 andares do prédio “Coutinho”, em Viana do Castelo, prevista pela VianaPolis para 2004 mas que ainda hoje está por concretizar, suspensa pelos tribunais, voltou esta semana a ficar marcada pela polémica, depois de os moradores denunciarem que toda a operação, mesmo por realizar, já ascende a 250 milhões de euros.

 
“Em Outubro de 2010 a VianaPolis e a teimosia da concretização da demolição representam um custo de mais de 250 milhões de euros – incluindo, despesas de funcionamento, indemnizações, contratações -, para o Estado”, denunciou a comissão de moradores do edifício. Só em despesas de funcionamento a VianaPolis, sociedade de capitais públicos detida pela Câmara de Viana do Castelo e Estado, o facto de a operação estar suspensa pelos tribunais representa uma despesa adicional, mensal, de mais de 120 mil euros, por exemplo em condomínio do edifício, numa altura em que a VianaPolis já detém cerca de 70 das 105 fracções. Recordam ainda que na proposta de Orçamento de Estado está prevista uma transferência de 928.228 euros do Ministério do Ambiente para a VianaPolis, “dinheiro que faria falta para ajudar muitas IPSS”, denunciam ainda. Para além de acabar com o que já apelidou de “aborto urbanístico” em pleno Centro Histórico, a Câmara de Viana assume como propósito da demolição a intenção de construir naquele local o novo Mercado Municipal. Os moradores apelam, uma vez mais, à revogação da decisão de demolir o edificio, alegando agora as dificuldades financeiras que o País atravessa, no entanto a autarquia, pela voz de José Maria Costa, já garantiu que a operação continua a ter “condições técnicas, financeiras e politicas” para ser realizada.

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