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admin 04 Nov 2010

Vereador do PSD desafia Câmara socialista a promover aluguer das fracções da VianaPolis no “Coutinho”

O vereador do PSD na Câmara de Viana do Castelo, António Carvalho Martins, desafiou a Câmara socialista fazer com que a VianaPolis alugue as fracções […]

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O vereador do PSD na Câmara de Viana do Castelo, António Carvalho Martins, desafiou a Câmara socialista fazer com que a VianaPolis alugue as fracções que detém no prédio “Coutinho”, enquanto não surge uma decisão do Tribunal sobre o processo que deixou toda a operação de expropriação e demolição em suspenso desde Novembro de 2006. É que já há moradores a alugarem fracções e o prédio de 13 andares voltou a ser procurado para aluguer. O problema é que a maioria das fracções estão nas mãos da VianaPolis. Carvalho Martins diz apenas defender uma “gestão eficaz e eficiente da coisa pública”.

 
“Não sei os tempos que isto vai demorar nos tribunais e podia-se aqui gerar uma receita própria, com contratos limitados no tempo ou na decisão do Tribunal”, afirmou o social-democrata, depois de lançar o desafio na última reunião do executivo. “O que sei é das consequências de tudo isto na VianaPolis, sociedade que como se sabe é detida também pela Câmara de Viana”.  Entretanto, a autarquia liderada por José Maria Costa anunciou que só este ano já se elevam a mais sete o número de fracções que passaram para a VianaPolis, através de negociação directa. Ou seja cerca de 70 fracções, num total de 105, já estão nas mãos daquela sociedade. Sobre a proposta do PSD, José Maria Costa diz que se trata de “fumaça” lançada pela oposição que “deixou de ter a CIM para falar” e que à “falta de outras ideias, volta a velhas discussões”. “O problema mais grave é que necessitávamos do novo mercado no centro histórico, porque a sua ausência está a dificultar a vida das actividades comerciais e até alguma desertificação. Os tribunais têm o seu tempo, mas não podemos deixar de ignorar que isso tem custos, mas as decisões políticas são claras”, afirmou José Maria Costa. Diz ainda que os moradores proprietários de fracções “estão no seu direito de arrendar” se assim o entenderem, mas a “decisão política sobre a demolição não será alterada”.

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