FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 27 Nov 2010

Viana: Museu do Ouro de novo assaltado

Um grupo de três romenos provocou um prejuízo de mais de 11 mil euros ao proprietário da já célebre Ourivesaria Freitas, em Viana do Castelo, […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

Um grupo de três romenos provocou um prejuízo de mais de 11 mil euros ao proprietário da já célebre Ourivesaria Freitas, em Viana do Castelo, com mais um “golpe” semelhantes a outros já verificados em vários estabelecimentos do género. Apanhando a mínima distracção dos funcionários guardam as peças e, prometendo voltar de seguida, saem porta fora. Manuel Freitas estava a par deste tipo de furto e, mesmo assim, não o conseguiu travar. “Parecem mágicos. Os meus funcionários aperceberam-se de que eram suspeitos e ficaram três de volta deles. Mesmo assim conseguiram sair sem que eles percebessem”, explicou à Geice o proprietário da Ourivesaria Freitas a mesma que, em conjunto com o Museu do Ouro, foi violentamente assaltada há três anos, na altura num prejuízo de 750 mil euros.

Desta vez tudo se passou na movimentada manhã desta sexta-feira, em que duas mulheres e um homem, alegadamente de nacionalidade romena, entraram no estabelecimento com o pretexto de verem as típicas peças em ouro e prata, baseadas na filigrana vianense. Algum tempo depois, sem que os funcionários “tirassem os olhos deles”, os três romenos pedem para embrulhar as peças, separadamente entre ouro e prata. Na altura de pagar, arranjando um pretexto, pedem aos funcionários para guardar o material, já embrulhado, e prometem voltar de seguida, deixando mesmo uma bolsa. “Quando vamos abrir os embrulhos, vimos que tinham deixado só as pratas. O ouro foi todo, tudo peças caras, como dois colares, um par de brincos à rainha e umas pulseiras”, acrescentou ainda o ourives, já depois de ter apresentado queixa na PSP. “Ainda vieram cá uns agentes à paisana, para ver se eles voltavam a aparecer por perto, mas nada. Eles têm cursos disto”, afirma ainda Manuel Freitas, acreditando que a troca do material se deu numa altura em que a mulher, captada claramente nas imagens de vídeo-vigilância, se abaixa junto ao balcão. “Os homens nunca chegam a tirar as mãos do balcão. São verdadeiros profissionais”. 

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts