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admin 30 Dez 2010

ENVC entregaram 1º NPO: Ministro da Defesa destaca importância do reequipamento da Marinha com novos navios

O ministro da Defesa Nacional, Augusto Santos Silva, sublinhou esta quinta-feira a importância do reequipamento da Marinha com novos navios, quando se projecta a duplicação […]

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O ministro da Defesa Nacional, Augusto Santos Silva, sublinhou esta quinta-feira a importância do reequipamento da Marinha com novos navios, quando se projecta a duplicação da Zona Económica Exclusiva do país para os 3,6 milhões de quilómetros quadrados. Para Santos Silva, que falava nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), na cerimónia de entrega do primeiro navio de patrulha oceânico (NPO) à Marinha, afirmou que estes novos navios são fundamentais para a autoridade do Estado e para a segurança de pessoas e bens.
“Para defendermos o espaço marítimo sob a nossa responsabilidade, precisamos de navios como este”, referiu. A fiscalização da pesca, o combate ao tráfico de droga, contrabando e imigração ilegal e operações de busca e salvamento são as principais missões que esperam o NPO. Portugal é hoje o 11.º país do mundo com maior área marítima sob sua jurisdição, tendo a seu cargo uma área de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, 63 vezes superior ao próprio ao território do país. Aquela área irá subir para o dobro, de acordo com a proposta que Portugal apresentou às Nações Unidas (ONU). Aquele NPO, o primeiro de uma série de seis encomendados pela Marinha aos ENVC, foi hoje entregue provisoriamente, com um atraso de cinco anos em relação ao prazo inicialmente previsto. O ministro da Defesa justificou este atraso pelo facto de se tratar de um protótipo, o primeiro de uma série, mas disse que a partir de agora os próximos deverão ser construídos “a um ritmo mais acelerado”. O próprio presidente do Conselho de Administração dos ENVC, Veiga Anjos, admitiu que a empresa poderia “ter feito muito melhor, com menores custos e melhores prazos”. A Marinha encomendou aos ENVC seis NPO, dois navios de combate à poluição e cinco lanchas de fiscalização costeira, num contrato avaliado em perto de 500 milhões de euros, para cumprir até 2015. Santos Silva garantiu que as medidas de austeridade não afectarão este contrato, que será para cumprir integralmente. Destacou ainda a importância deste contrato para projectar os ENVC no mercado internacional “extremamente competitivo” e defendeu a entrada de um parceiro estratégico na empresa para a ajudar nesse caminho da internacionalização. “Já há manifestação de interesse por parte de outros países nestes NPO”, referiu.

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