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admin 26 Jan 2011

Viana: Empréstimo para a construção do Coliseu de Souto Moura “esgotou-se” e Câmara pondera suspensão da obra

  O presidente da Câmara de Viana do Castelo admitiu a possibilidade de suspender, a título temporário, as obras do Coliseu de Souto Moura, valência […]

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O presidente da Câmara de Viana do Castelo admitiu a possibilidade de suspender, a título temporário, as obras do Coliseu de Souto Moura, valência que está a ser construída na frente ribeirinha da cidade. O custo total da obra vai ultrapassar os 12 milhões de euros e a Câmara não tem o dinheiro que falta para concluir a obra. O empréstimo inicial de 4 milhões de euros já se esgotou, nas palavras de José Maria Costa, visto que a taxa de execução financeira já ultrapassou os 6 milhões de euros.

 
A possibilidade de suspender temporariamente a construção do Coliseu foi avançada pelo Presidente da Câmara, depois de questionado pelos vereadores do PSD. O autarca diz que, neste momento, a Câmara não pode pedir mais empréstimos. José Maria Costa deposita esperança nas já programadas reformulações do QREN. O presidente da Câmara acredita que com as reformulações, consiga encontrar uma forma de financiar o projecto. No entanto, também disse que face à reorganização dos programas, “não está prevista, a curto prazo, a abertura de avisos ao eixo em a que se pretendia candidatar a obra”. Se o dinheiro não aparecer, José Maria Costa admite então a possibilidade de suspender temporariamente a construção do Coliseu. O autarca diz que faltam ainda 6 milhões de euros para a construção do equipamento, mais 1 milhão para arranjos exteriores, e que este é um “valor que a Câmara sozinha não consegue suportar”. O equipamento é “muito importante para a cidade” mas a Câmara não tem dinheiro para pagar as obras.
O porta-voz do PSD, Carvalho Martins, mostrou-se preocupado com a situação complicada que está nas mãos do actual executivo. O vereador mostrou-se contra o projecto deste o seu início, ainda com Defensor Moura na presidência da autarquia. Acusou Defensor Moura de “irresponsabilidade” por ter iniciado uma obra tão cara sem ter financiamento. Terminou dizendo que “com amigos destes, o senhor presidente não precisa de inimigos”. José Maria Costa responde e diz que “não foi prudente” lançar a obra sem garantia de financiamento”. Diz mesmo que este foi um risco “muito elevado”. Fica assim por definir o futuro do Coliseu de Viana do Castelo. Se não surgir financiamento para os 7 milhões que faltam para terminar a obra, José Maria Costa admite mesmo suspender a construção do Coliseu de Souto Moura.
 

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