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admin 05 Fev 2011

CDS/PP: Paulo Portas e Daniel Campelo juntos em Ponte de Lima

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, acusou o Governo de “falta de respeito” para com os funcionários públicos, por ainda não ter definido a sua […]

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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, acusou o Governo de “falta de respeito” para com os funcionários públicos, por ainda não ter definido a sua “vida salarial” para 2011. “É uma falta de respeito que em fevereiro [os funcionários públicos] ainda não saibam qual vai ser a sua vida salarial este ano. Já estamos em 2011, as pessoas merecem respeito, têm planos de vida para fazer e o Governo ainda não sabe o que vai fazer na maioria das empresas públicas”, criticou.

Com base em notícias hoje divulgadas, Paulo Portas criticou também que as empresas públicas não tenham atingido os objetivos de austeridade definidos pelo Governo.“Quando se pedem sacrifícios e se diz que é para todos, tem de se garantir esse cumprimento, à exceção dos que têm menos rendimentos e são mais pobres”, afirmou.Para o líder do CDS-PP, “é um pedaço estranho que se pratique os sacrifícios e austeridade para uns e que em relação a outros o Governo seja condescendente”.Falando em Ponte de Lima, onde se deslocou para dar a conhecer aos militantes as linhas programáticas da sua recandidatura à liderança do partido, Portas anunciou que o objetivo é que o CDS-PP atinja nos próximos dois anos os 40 mil militantes.Lembrou que, nos últimos dois anos, o partido “teve o maior crescimento de militantes desde a sua fundação”, com a entrada de 8 mil novos militantes, muitos dos quais jovens.O combate ao clientelismo e a independência face ao caciquismo são dois compromissos assumidos por Paulo Portas, que garantiu ainda que o CDS-PP “não fará campanhas negativas”.“A política é argumentativa e não ofensiva”, afirmou, por entre críticas ao PS e PSD, por ser “muito costume” fazerem campanhas negativas.Portas garantiu ainda que o CDS-PP será o partido que “gasta menos” em campanhas eleitorais”.Em Ponte de Lima, Portas visitou a feira do sarrabulho e das delícias do porco, comprou chouriços e queijo, provou vinho verde champanhe e distribuiu beijos e abraços.Esteve sempre acompanhado por Daniel Campelo, com quem manteve um diferendo há alguns anos, tendo-o mesmo suspenso do partido, depois de o antigo autarca de Ponte de Lima, à revelia do CDS-PP, ter viabilizado um Orçamento do Estado apresentado pelo PS.Campelo garantiu que o assunto está encerrado e hoje mesmo apresentou a sua candidatura à liderança da Distrital de Viana do Castelo do CDS-PP, elegendo a regionalização como a sua principal bandeira.Daniel Campelo mostrou-se disponível para o “combate” político, admitindo mesmo concorrer à Assembleia da República.

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