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admin 05 Fev 2011

Ponte de Lima: Chefe do Estado-Maior do Exército garante museu militar no concelho

O chefe de Estado-Maior do Exército, Pinto Ramalho, garantiu que Ponte de Lima vai acolher um museu militar, ao abrigo de um protocolo a celebrar […]

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O chefe de Estado-Maior do Exército, Pinto Ramalho, garantiu que Ponte de Lima vai acolher um museu militar, ao abrigo de um protocolo a celebrar entre aquele ramo das Forças Armadas e a Câmara Municipal local. “Nós temos um espólio valiosíssimo que não está exposto, que está guardado em armazéns, mas temos todo o interesse em o tornar acessível, em o mostrar”, disse Pinto Ramalho, assegurando que o museu em Ponte de Lima é “um dado adquirido”. O museu será criado através de uma parceria entre o Exército, que dará assessoria técnica e formação do pessoal e as peças, e a Câmara, que disponibilizará o espaço e assegurará a sua gestão.

Segundo Pinto Ramalho, aquele museu será dotado de peças que se podem mostrar em vitrinas, nomeadamente armas, mas também poderá mostrar filmes e exposições sobre as guerras do Ultramar e peninsulares ou sobre a Linha de Torres e os seus fortes.“Temos um acervo muito significativo, há um manancial de possibilidades”, afirmou.Pinto Ramalho falava na sexta feira à noite, em Ponte de Lima, no início de uma visita de trabalho que marca o arranque do processo que levará à instalação do museu militar naquele concelho.Um concelho que, como sublinhou, tem pergaminhos militares, já que foi ali que, no século XIX, estiveram aquartelados dois batalhões de caçadores, um dos quais durante quase 40 anos.Além disso, Ponte de Lima acolheu também o hospital militar de S. João de Deus, durante a guerra da restauração.A Câmara esgrime ainda um outro argumento para acolher aquele museu, sustentado no “passado histórico de largos séculos do concelho”, situado na antiga via militar Braga-Astorga.O edifício disponibilizado pela Câmara para o museu é o Paço do Marquês, que já foi hospital, escola secundária e Paços do Concelho, funcionando desde 2003 como delegação de turismo e centro de exposições.“O Paço do Marquês sofreu obras há poucos anos, pelo que o máximo que necessitará para o museu serão algumas adaptações”, referiu o presidente da Câmara, Victor Mendes.O autarca acrescentou que o Município pretende “um museu vivo, não tradicional, mas sim interativo, que mostre um pouco da história militar do concelho, da região e do país”.

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