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admin 18 Mar 2011

Reitor Universidade de Cabinda: Língua é o “cimento” que une portugueses e angolanos

Onze representantes de universidades angolanas estão até esta sexta-feira em Viana do Castelo para um intercâmbio com o Instituto Politécnico de Viana do castelo. Kianvu […]

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Onze representantes de universidades angolanas estão até esta sexta-feira em Viana do Castelo para um intercâmbio com o Instituto Politécnico de Viana do castelo. Kianvu Tamo, chefe da delegação e reitor da Universidade de Cabinda, diz que a ligação entre Portugal e Angola é forte e considera que a língua é o “cimento” que une portugueses e angolanos.

 
Os angolanos vieram a Viana debater formas de cooperação entre o ensino superior politécnico nacional e o ensino superior em Angola. Os angolanos reuniram com Rui Teixeira, presidente do IPVC e com Sobrinho Teixeira, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP). Rui Teixeira diz que esta foi uma visita de “prospecção”. O objectivo é criar parcerias entre os ensinos superiores dos dois países. O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos diz que um dos objectivos é a criação do ensino à distância. O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores quer unir os politécnicos num consórcio e criar Centros de Investigação Aplicada. Sobrinho Teixeira acredita que estes projectos vão ajudar a afirmar o sistema politécnico a nível europeu. Kianvu Tamo, reitor da Universidade de Cabinda, em Angola, diz que existe “correspondência” entre os objectivos portugueses e angolanos no que diz respeito ao ensino superior. Garantiu que vai ser criado um grupo de trabalho para estudar a melhor forma de unir os dois países em projectos comuns. Sobrinho Teixeira revelou que Portugal e Angola querem cooperar em áreas tão diversas como as ciências agrárias, as engenharias, a saúde e as ciências da educação. Outro dos objectivos é criar um Observatório da Língua Portuguesa dentro do espaço da lusofonia. Macau também já mostrou interesse em participar neste projecto. Os angolanos também querem investir na formação de técnicos de manutenção, já que Angola está em fase de desenvolvimento e a investir em equipamentos. Kianvu Tamo diz que a língua portuguesa é uma facilidade que tem de ser aproveitada. O presidente do Politécnico vianense disse que este foi um encontro das universidades angolanas com a região. Representantes das universidades angolanas estão em Viana do Castelo a estudar formas de unir Portugal e Angola em projectos comuns no que diz respeito ao ensino superior.

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