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admin 25 Mar 2011

Viana: Estaleiros Navais têm novo presidente executivo, ligação com a Marinha cada vez mais forte

Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo já têm novo presidente executivo. O espanhol Francisco Gallardo Durán foi nomeado para o cargo, no âmbito da […]

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Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo já têm novo presidente executivo. O espanhol Francisco Gallardo Durán foi nomeado para o cargo, no âmbito da reestruturação do Conselho de Administração, que recebeu dois novos elementos, como foi apurado junto de fonte da empresa pública.

 
Desde 2010 que Francisco Gallardo fazia parte do Conselho de Administração dos Estaleiros vianenses e passa agora a ocupar o cargo de presidente executivo. Gallardo é engenheiro naval de profissão e já liderou os Estaleiros de Sevilha. Recorde-se que o lugar de presidente executivo estava vazio, deste que há quatro meses o almirante Victor Gonçalves de Brito apresentou a demissão. Recorde-se que os Estaleiros pertencem à Empordef, holding do Estado para as indústrias da Defesa. A recomposição do Conselho de Administração dos Estaleiros, decidida pela Empordef a 22 de Março, prevê a integração de Jorge Moreira de Pinho, um ex-quadro da Unicer, como vogal executivo, além de José Luís Serra, que se mantém em funções também como vogal executivo. Carlos Veiga Anjos mantém-se como presidente da empresa, em funções não executivas. O Almirante José Conde Baguinho é o segundo elemento nomeado esta semana para o Conselho de Administração, para fazer a ligação com a Marinha, o principal cliente dos ENVC, com cerca de 500 milhões de euros de encomendas. À Geice, Veiga Anjos já confirmara que esta ligação com a Marinha é fundamental para os Estaleiros. Na comissão executiva da empresa, a Empordef delega poderes de “gestão corrente” da empresa. Recorde-se que a administração anterior dos ENVC foi nomeada no último Verão, com cinco elementos, três executivos e dois não executivos. O presidente executivo deixou o cargo poucos meses depois, a 1 de Dezembro. Mais recentemente, a 31 de Janeiro, foi a vez de Óscar Mota deixar a empresa pública.

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