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admin 26 Mar 2011

V.P.Âncora: Funeral do único pescador encontrado ao largo dos Açores realiza-se este Domingo

O corpo do único pescador do “Ana da Quinta” recuperado nas operações de busca ao largo dos Açores chega domingo a Lisboa, estando o funeral […]

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O corpo do único pescador do “Ana da Quinta” recuperado nas operações de busca ao largo dos Açores chega domingo a Lisboa, estando o funeral marcado para Vila Praia de Âncora às 16.30. O pescador, de 51 anos, era um dos seis portugueses, de Caminha, e três indonésios que seguiam a bordo do pesqueiro quando desapareceu, a 17 de Março.
 

 
O corpo do homem, natural de Vila Praia de Âncora, chega ao aeroporto de Lisboa às 00.00 de domingo, mas só segue viagem para o Norte depois das 09.00, indicou a mesma fonte. Deverá ficar em câmara ardente, numa última homenagem dos pescadores locais, na capela do Senhor dos Aflitos, em Vila Praia de Ancora, a escassos 20 metros do portinho onde operam mais de 200 pescadores. O corpo foi recuperado do mar no passado domingo, transportado no dia seguinte, de helicóptero, para a Santa Cruz das Flores, nos Açores, onde permaneceu, até este sábado, no Centro de Saúde local. A falta de um médico legista para realizar a autópsia naquela pequena ilha dos Açores acabou por atrasar o processo de trasladação e foi mesmo necessário recorrer a uma equipa forense que viajou do continente. Entretanto, a seguradora Mútua dos Pescadores informou que não vai aguardar os dez anos impostos pela lei para pagar as indemnizações e pensões aos herdeiros dos tripulantes do “Ana da Quinta”. A Mútua dos Pescadores explica que “não usará essa prerrogativa”, de aguarda pela “morte presumida” destes pescadores, pelo que “estão já em desenvolvimento todos os indispensáveis formalismos de caráter legal e técnico, tendentes a regularizar o sinistro, no mais curto espaço de tempo possível”. O navio, de 24 metros e cem toneladas, todo em ferro, fez o último contacto pelas 09:00 de quinta-feira, 17 de março, quando andava à faina do espadarte. Além do corpo do pescador, a marinha recuperou apenas destroços e artes de pesca do “Ana da Quinta” e concluiu, antes de suspender as buscas, que o navio afundou, a cerca de 280 quilómetros dos Açores.

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