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admin 01 Abr 2011

1 de Abril: Vereador do CDS na Câmara de Viana prega “peta” para alertar para as “mentiras” na política

Afinal Aristides Sousa não vai demitir-se, tal como anunciou na sua página do Facebook. O vereador do CDS-PP na Câmara Municipal de Viana do Castelo, […]

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Afinal Aristides Sousa não vai demitir-se, tal como anunciou na sua página do Facebook. O vereador do CDS-PP na Câmara Municipal de Viana do Castelo, aproveitou o 1º dia de Abril para, também ele, pregar uma “peta”, que chegou a deixar mutos na dúvida sobre a sua veracidade. A foi na mesma página que o vereador do CDS desmentiu uma brincadeira que, afinal, também não era inocente.
 

Aristides Sousa clarifica que vai prosseguir com “trabalho e lealdade” nas suas funções de vereador, e explica o porquê desta brincadeira de 1º de Abril:
 
“- enquanto cidadão, vejo muitos falar verdade a mentir em todos os dias do ano, de tal forma que, na política, a mentira é cada vez mais uma regra só quebrada pela excepção raramente;
– hoje, paradoxalmente, falar verdade, ser frontal, agir-se por princípios de lisura e rectidão não acolhe simpatia junto de muitos, que preferem a suavidade doce da mentira à verdade crua e frontal;
– os Portugueses são, amiúde, tratados pela classe política dominante, como néscios cuja utilidade é trabalhar para sustentar a pouca vergonha na gestão da coisa pública, como é cada vez mais evidente;
– nas lides da política, ontem, hoje e cada vez mais, são muitos os cordeiros que engendram todo o tipo de estratagemas, agora tendo como suporte o ciberespaço, onde, sob a capa de nomes, entidades e falsas identidades, dão como certo o que é fantasia, dão como empenhado o que é suspeito, afirmam como legítimo o que é viciado e ou usurpado, e atribuem a outros o que só nas respectivas mentes existe”.
Assim, e por “entender que urge alertar para a subversão dos valores e da ética que deve presidir a vida política”, decidiu entrar no espírito do Dia das Mentiras, por não se “identificar com o “faz-de-conta”, esse valor que se releva cada vez mais na sociedade”, e para “denunciar as “estórias” enganosas que nos andam a contar em todos os dias do ano”.
 
 
 
 

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