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admin 30 Jun 2011

Transportes: Eixo Atlântico pede reunião com ministro da Economia para debater ex-SCUT e TGV

O secretário-geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, pediu uma reunião com o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, para apresentar soluções […]

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O secretário-geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, pediu uma reunião com o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, para apresentar soluções para resolver “urgentemente” o pagamento nas ex-SCUT e debater a questão do TGV. O pedido de reunião “com a maior brevidade possível” foi enviado esta quarta-feira por carta para o ministro da Economia e do Emprego, que tutela os Transportes e Obras Públicas.

 
O secretário-geral do Eixo Atlântico explicou que “naquilo que tem a ver com as ex-SCUT é procurar uma solução rápida para que antes do início da temporada turística o setor turístico do Norte não caia”. “Isto pode ser um autêntico desastre para o setor turístico da região Norte, nomeadamente do Minho. Portugal quer cobrar, nós queremos ajuda-los a fazê-lo. O que não pode acontecer é que queiram cobrar e não deem facilidades para que se consiga pagar”, condenou. Segundo Xoán Vázquez Mao, o Eixo Atlântico tem duas propostas “muito claras” que vai transmitir ao ministro da tutela. “A primeira é a unificação dos aparelhos para que o aparelho português possa circular por Espanha e o aparelho espanhol possa circular por Portugal. A hipótese é a vinheta, o sistema suíço. Um autocolante eletrostático no vidro, que se pode adquirir numa série de lojas”, enunciou. O secretário-geral disse ainda que “a Repsol já disponibilizou a sua rede para vender os autocolantes caso se chegue a esta solução”. O tema do TGV, é para o Eixo Atlântico, “inegociável”.  “Nós reivindicamos o TGV, é uma posição política e isso não vai mudar nunca e por isso nós continuamos a teimar no TGV porque temos muitos estudos que indicam que é imprescindível para a região”, explicou. No entanto, Xoán Vázquez Mao garante que estão “conscientes de que a situação é muito complicada e que numa década não vai ser possível porque não há dinheiro”. Assim, o secretário-geral avança uma alternativa – que é o seu parecer pessoal uma vez que ainda não o apresentou à comissão executiva – de que “não sendo possível fazer o TGV neste momento” se utilize “800 milhões de euros dos fundos europeus na modernização do troço ferroviário Nine/Viana do Castelo/Valença para que enquanto não exista o TGV tenhamos um alfa pendular que permita esta ligação em menos tempo”. “Se o Governo está a tomar decisões também tem que nos ouvir”, disse.

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