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admin 30 Jul 2011

Turismo: quebra de 41 por cento nas receitas do Porto e Norte de Portugal

Os turistas que visitaram o Porto e Norte de Portugal entre abril e junho gastaram, em média, menos 326 euros do que em igual período […]

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Os turistas que visitaram o Porto e Norte de Portugal entre abril e junho gastaram, em média, menos 326 euros do que em igual período de 2010, uma quebra de 41%, foi revelado esta semana. Os números constam do “Perfil do Turista que visita o Porto e Norte de Portugal”, que também dá conta de que são cada vez mais os turistas que procuram as companhias “low cost” para demandar aquela região.

 
Por outro lado, são cada vez menos os turistas que aproveitam a viagem ao norte de Portugal para uma “escapadela” à Galiza. O “Perfil do Turista que visita o Porto e Norte de Portugal” é um estudo trimestral levado a cabo pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (ERTPNP) e com o Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Segundo o estudo, entre abril e junho de 2011 cada turista que visitou o Norte de Portugal em lazer gastou, em média, 473 euros, menos 326 euros do que no período homólogo de 2010. No que toca ao turismo de negócios, e estabelecendo como comparação os números do primeiro trimestre, registou-se uma retração nos gastos de 116 euros, passando cada viajante a despender 425 euros. O mesmo estudo conclui também que, a cada trimestre que passa, as companhias “low cost” veem a sua posição consolidada entre os turistas que procuram o Porto e Norte de Portugal com o intuito específico de gozar férias. A quota de mercado da Ryanair no aeroporto Francisco Sá Carneiro atingiu, no último trimestre, um valor recorde, com 66 por cento dos turistas em lazer a viajarem de e para o Porto a bordo da companhia irlandesa. O melhor registo trimestral obtido até então pela companhia de Michael O’Leary era de 49 por cento, relativo ao início de 2011. Com uma quota de mercado atual de 56 por cento, também a TAP “alargou substancialmente” a distância para a concorrência no segmento de negócios. De acordo com o estudo, são cada vez menos os turistas que aproveitam a viagem ao Norte do país para uma escapadela à Galiza. Entre abril e junho, apenas 4,7 por cento dos visitantes em lazer incluiu Vigo e Santiago de Compostela no roteiro turístico. Desde que esta variante é analisada – terceiro trimestre de 2010 – o número de visitantes tem caído consecutivamente para níveis inferiores. “Se por um lado são cada vez menos os turistas que fazem do Norte de Portugal uma porta de entrada para conhecer o país vizinho, por outro são os espanhóis os que, na globalidade, mais visitam a região, apenas superados pelos franceses no segmento lazer”, conclui o mesmo estudo. Talvez em busca das promoções”de última hora”, a marcação das viagens é efetuada com uma antecedência cada vez menor, uma tendência particularmente visível no segmento de negócios, no qual, em média, seis em cada 10 turistas marcaram a viagem apenas uma semana antes da data em que se realizou. A qualidade e diversidade da oferta hoteleira são, de forma isolada, a principal razão que motiva os turistas a conhecer o Porto e Norte. O preço surge apenas em terceiro lugar no ranking das razões enumeradas.

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