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admin 12 Ago 2011

Polémica: STAL denuncia “perseguição” e favorecimentos dentro do Quartel dos Bombeiros Municipais

Em comunicado enviado às redacções, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local denuncia uma “perseguição” dentro da corporação dos Bombeiros Municipais de Viana e pede […]

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Em comunicado enviado às redacções, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local denuncia uma “perseguição” dentro da corporação dos Bombeiros Municipais de Viana e pede à Câmara Municipal para que acabe com o clima de “terrorismo psicológico” que se vive dentro do quartel. No comunicado enviado pelo STAL, pode ler-se que desde que João Felgueiras é Chefe de Divisão da área da protecção civil do Município de Viana do Castelo, cargo criado pela Câmara Municipal que se sobrepõe ao Comandante da corporação, existem dois “galos para o mesmo poleiro”.

 
Miguel Gramacho, bombeiro municipal há 24 anos, confirmou à Geice as acusações. Confirma a existência de “listas negras” que geram conflitos no quartel e diz que o novo dirigente ”não respeita a Lei, favorece os amigos, intimida e ameaça quem não concorda com ele”. O bombeiro diz que o problema é a “falta de diálogo” e a “prepotência” do novo chefe, que ameaça de forma constante os bombeiros com processos disciplinares. Admite mesmo a existência de agressões físicas dentro do quartel.
O representante diz que os bombeiros são “conscientes” e que, mesmo com os conflitos, a segurança da população nunca vai estar em perigo. Por outro lado, acusa o novo chefe de pôr em causa a segurança de bombeiros e população, ao enviar meios insuficientes para resolver situações. Miguel Gramacho diz que os bombeiros já transmitiram o problema ao Presidente da Câmara de Viana e referem que o autarca “ não mostrou vontade em alterar o curso à situação, tendo reforçado a confiança no Sr. João Felgueiras”. Assim, dizem estar a preparar novas formas de luta para alterar a situação se, daqui a duas semanas, o silêncio da autarquia se mantiver. A Geice tentou ouvir o autarca vianense mas, até ao momento, tal não foi possível.

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