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admin 06 Out 2011

Águas: Presidente da CIM diz que renúncia do contrato com a Águas de Portugal seria “última saída” para resolver problema do abastecimento de água

A reunião com a Ministra do Ambiente não foi “conclusiva”. Foi assim que Rui Solheiro, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) classifica o […]

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A reunião com a Ministra do Ambiente não foi “conclusiva”. Foi assim que Rui Solheiro, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) classifica o encontro que os dez autarcas do distrito de Viana tiveram esta quinta-feira, com a ministra Assunção Cristas. Recorde-se que em cima da mesa esteve o abastecimento de água em alta, actualmente da responsabilidade da Águas do Noroeste. Segundo o autarca de Melgaço, o “maior problema” é mesmo a renegociação do contrato com a empresa Águas de Portugal. O representante da CIM diz que o contrato, que agora passou para a Águas do Noroeste, não foi cumprido e, por isso, tem de ser renegociado. Para Solheiro, esta é uma questão “urgente”.

 
A ministra prometeu que vai “rapidamente” nomear uma nova administração para a Águas de Portugal, que neste momento está sem administradores. O presidente da CIM do Alto Minho espera que até final do ano o contrato possa ser renegociado. O representante queixa-se da cobertura da rede de abastecimento de água em alta e saneamento pois, ao fim de dez anos de contrato, Melgaço, Monção e Valença continuam a não ter rede de abastecimento. O presidente da CIM mostra-se ainda insatisfeito com as tarifas, dizendo que são demasiado caras para a população. Pede “bom-senso”, caso contrário os autarcas vão ter de renunciar ao contrato e de entrar com processos judiciais. Rui Solheiro espera uma boa solução, dizendo que a quebra do contrato seria mesmo “a última saída”.
Os dez autarcas apresentaram ainda a vontade de criarem uma solução intermunicipal para a gestão da rede de abastecimento de água em baixa. Rui Solheiro diz que a ministra “elogiou” a união dos autarcas do Alto-Minho, dizendo que é um caso “quase único no país”.

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