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admin 11 Out 2011

Portagens: Presidente da AIM diz que o preço das portagens é principal problema e lamenta que durante um ano apenas o Norte tenha sido sacrificado

O presidente da Associação Industrial do Minho diz que o preço cobrado pela passagem dos pórticos nas antigas SCUT é mesmo o principal problema. António […]

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O presidente da Associação Industrial do Minho diz que o preço cobrado pela passagem dos pórticos nas antigas SCUT é mesmo o principal problema. António Marques critica que apenas o Norte tenha tido, inicialmente, portagens. Desde 15 de Outubro do ano passado que existem portagens no troço sul da A28, entre o Porto e Viana do Castelo. Para o dirigente, os sacrifícios deviam ter sido exigidos a todos. Como tal não aconteceu, o preço das portagens tornou-se muito alto.

 
António Marques diz que a introdução de mais portagens vai “tornar as empresas menos competitivas, porque vai agravar o custo”. Admite que o país tem de fazer sacrifícios mas lamenta que “só agora” todo o país vá ter portagens. Pede apenas que o preço a cobrar seja ajustado à realidade das pessoas e das empresas. António Marques recusa fazer “figura de bacoco” e diz que já não é possível “dar um passo atrás”. A Troika impôs sacrifícios ao país e esses têm de ser cumpridos.
António Marques mostra-se assim descontente com o facto de, desde 15 de Outubro do ano passado, apenas o Norte ter pago portagens. Para o presidente da AIMinho, esta discriminação fez com que o valor das portagens fosse demasiado alto.

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