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admin 14 Jan 2015

Vereadora da CDU opõe-se ao negócio que sucede a extinção da GestinViana

Numa das recentes reuniões da Câmara Municipal de Viana do Castelo a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, tomou posição sobre algumas matérias que considera essenciais […]

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Numa das recentes reuniões da Câmara Municipal de Viana do Castelo a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, tomou posição sobre algumas matérias que considera essenciais para o futuro do concelho. Relativamente ao pedido de autorização para a contração de em empréstimo por parte da autarquia, a CDU absteve-se “por considerar que, embora uma parte do empréstimo seja efetivamente para financiar investimentos, designadamente a comparticipação municipal em obras que terão apoio de fundos comunitários como a intervenção na defesa costeira na Praia Norte e ainda a  uma parte para a substituição de coberturas de escolas”, com o que concordam, mas discordam “que quase dois milhões de euros sejam para a compra de terrenos para parques industriais. E mais grave ainda que mais de um milhão de euros seja para entregar à ParqueInveste num negócio que” merece completa oposição da CDU. No que toca à extinção da GestinViana, a vereadora da CDU afirma que “através de uma ” engenharia financeira”, a maioria PS da Câmara Municipal de Viana do Castelo vai entregar 1,2 milhões de euros à Associação Empresarial Portuguesa ficando com parte dos terrenos do parque industrial de Lanheses e assumindo integralmente a sua gestão. Ora, além das eventuais questões jurídicas que este processo possa envolver, a verdade é que o custo é demasiado elevado para um município como Viana do Castelo, onde as carências são enormes e são constantes os atrasos nos pagamentos a Juntas de Freguesia e a Associações”. No que respeita ao aumento do tarifário dos SMSBVC, Ilda Figueiredo votou contra por entender que “é muito superior à taxa de inflação, atingindo para o primeiro escalão um aumento de cerca de 15%, o que é inadmissível num momento em que a maioria dos vianenses estão já a viver com muitas dificuldades”, acrescentando ainda “que a proposta de apoio social para as famílias numerosas não resolve todos os problemas de agravamento da fatura da água que este aumento de tarifas significa”.

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