FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 19 Jan 2015

Viana aderiu ao projeto ClimadaPT.Local e vai preparar respostas para futuras alterações climáticas

A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou, na Universidade Nova de Lisboa, um protocolo com o consórcio do ClimAdaPT.Local com o objetivo de elaborar […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou, na Universidade Nova de Lisboa, um protocolo com o consórcio do ClimAdaPT.Local com o objetivo de elaborar estratégias locais que permitem aos municípios avaliar os riscos e preparar respostas para as futuras alterações climáticas como inundações, seca, ondas de calor e incêndios florestais.
O projeto ClimAdaPT.Local integra agora 26 autarquias e resulta de um concurso lançado pela Agência Portuguesa do Ambiente com o objetivo de preparar o país para as consequências das alterações climáticas. Para tal, será efetuado um diagnóstico das vulnerabilidades climáticas dos municípios e definida a estratégia local, integrando e aplicando medidas nos vários planos das autarquias, ao nível da gestão dos recursos hídricos, respondendo da melhor forma a eventuais situações de seca, incêndios florestais, ondas de calor, inundações, entre outros episódios do foro climático.
O consórcio responsável pelo ClimAdaPT.Local é constituído por entidades portuguesas e norueguesas (académicas, empresas, ONG e municípios) envolvidas em estudos, elaboração de estratégias e implementação de ações de adaptação, assim como no planeamento e gestão do território ao nível municipal e regional.
O projeto ClimAdaPT.Local está integrado no Programa AdaPT, criado para apoiar o desenvolvimento de projetos de adaptação às alterações climáticas em Portugal. A sua implementação foi orientada pelos termos estabelecidos no Memorando de Entendimento entre Portugal, Noruega, Islândia e Liechtenstein e, como tal, segue o Regulamento do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants) 2009-2014.
O programa foi ainda desenvolvido tendo em conta as necessidades e as prioridades definidas na Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC) e é gerido pela Agência Portuguesa do Ambiente, enquanto gestora do Fundo Português de Carbono (FPC), sendo cofinanciado a 85% pelo EEA Grants e a 15% pelo FPC, beneficiando o projeto ClimAdaPT.Local de um apoio de um milhão e meio de euros.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts