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admin 25 Fev 2015

Alvarinho: PS de Monção aponta seis “pecados mortais” do processo que envolve o alargamento da sub-região

O PS e a JS de Monção reuniram e um dos principais assuntos em debate relacionou-se com a polémica sobre o alargamento da sub-região do […]

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O PS e a JS de Monção reuniram e um dos principais assuntos em debate relacionou-se com a polémica sobre o alargamento da sub-região do Alvarinho de Monção e Melgaço. E ao contrário daquilo que inicialmente poderia parecer, não é só Melgaço que está contra este processo, já que o próprio PS aponta um conjunto de erros. Á cabeça começa por dizer que “a Comissão Europeia, ao contrário do que vem a ser dito pelos “nossos” negociadores, não impôs nada a Portugal em geral, nem à sub-região de Monção e Melgaço, em particular. A Comissão Europeia apenas pediu esclarecimentos ao IVV sobre o motivo da restrição da menção casta alvarinho vinho verde apenas aos produtores da sub-região de Monção e Melgaço”. Daí questionar-se porquê é que os negociadores abriram mão de algo constituinte do nosso berço sem nenhuma imposição legal, como explica o presidente da Concelhia Socialista de Monção, Vítor Rodrigues. A isto acrescenta que o “grupo de “negociadores”, ou Grupo de Trabalho Alvarinho, constituído pelo Presidente da Associação de Produtores de Alvarinho (APA), pelo Presidente da Adega Cooperativa e Regional de Monção, pelo Representante da PROVAM, pelo Anselmo Mendes, e pelo Presidente das Quintas de Melgaço. Estes eram os “defensores” da Sub-região de Monção e Melgaço. Estes cinco representantes foram para uma negociação sem terem acesso ao documento oficial, enviado pela CE a Portugal”, considerando que é um “amadorismo” negociar algo sem ter acesso ao documento oficial. Como terceiro erro aponta o facto de não se fazerem acompanhar, neste processo, por um advogado especialista em direito comunitário. O quarto erro reside no facto da Adega Cooperativa Regional de Monção não ter debatido em assembleia extraordinária o referido alargamento e o quinto foi afirmar-se que o representante das Quintas de Melgaço se absteve, quando na verdade votou contra o acordo. O último erro, afirma o PS de Monção é saber se seriam os cinco representantes da sub-região de Monção e Melgaço contra o alargamento.

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