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admin 07 Fev 2015

APDL garante acessos rodoviários ao porto de Mar de Viana concluídos em 2016

Esta sexta-feira, o presidente do conselho de Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) garantiu que a construção dos acessos rodoviários ao […]

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Esta sexta-feira, o presidente do conselho de Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) garantiu que a construção dos acessos rodoviários ao porto de mar de Viana do Castelo vai estar concluída em 2016. Brogueira Dias explicou que este será um investimento de cerca de sete milhões de euros.
O concurso público da empreitada será lançado dentro de três meses, com um prazo de execução de um ano.
Brogueira Dias explicou que “a grande maioria” das expropriações de terrenos necessários à empreitada “está concluída”, mas disse que “ainda falta expropriar uma verba significativa, na ordem dos dois milhões de euros”.
Brogueira Dias falava aos jornalistas na madrugada deste sábado, depois de participar na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Viana do Castelo, a convite daquele órgão, para explicar a fusão das empresas do Porto do Douro e Leixões com a de Viana, concretizada no passado dia 1 de janeiro.
A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar é reivindicada há mais de uma década. A nova via rodoviária de acesso ao Porto de Mar de Viana terá menos de dez quilómetros e vai permitir ligar o porto comercial ao nó da A28, em São Romão de Neiva, retirando o tráfego de pesados do interior de vias urbanas.
Quanto ao financiamento para esta empreitada, Brogueira Dias explicou que vai ser repartido pela APDL, pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e contará ainda com “uma grande fatia” garantida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), através de fundos comunitários.
Brogueira Dias adiantou ainda que a fusão das empresas do Porto do Douro e Leixões com a de Viana era a “única solução” para o porto vianense “recuperar presença e o peso que já teve no passado”. “A ligação com Leixões é a única viabilidade de manter o porto de mar ativo, porque sozinho não gera verbas suficientes para poder autossustentar-se”, reforçou.
Em 2014, o Porto de Mar de Viana do Castelo movimentou meio milhão de toneladas de carga, o que representava menos de metade do que movimentava no ano 2000. Esta quebra teve reflexos nas receitas do Porto, que fechou as contas do ano passado em situação deficitária. “A faturação não foi suficiente para suprir todos os encargos que o porto tem. Havia dificuldades económicas que tinham que ser ultrapassadas”, afirmou.
 

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