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admin 12 Fev 2015

Viana: Núcleo da Refood já tem 85 voluntários para transformar comida desperdiçada em refeições para mais carenciados

Em Viana do Castelo, esta sexta-feira, acontece a reunião sementeira do núcleo da associação Refood no concelho. Pelas 18:30, o auditório Dr. Francisco Sampaio, nas […]

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Em Viana do Castelo, esta sexta-feira, acontece a reunião sementeira do núcleo da associação Refood no concelho. Pelas 18:30, o auditório Dr. Francisco Sampaio, nas instalações da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico (ESTG-IPVC), localizada na Praia Norte, recebe uma primeira reunião para que o núcleo local avance para o terreno. Nesta reunião, aberta às forças vivas da cidade, protagonizada pelo fundador da Refood, Hunter Halder, serão explicados os objetivos no núcleo.
Mafalda Pires, da Refood vianense, explicou à Geice que superaram as expetativas no que toca ao número de voluntários, contando já com 85 pessoas disponíveis para dedicar 2 horas por semana a esta iniciativa. Todos os voluntários são vianenses ou residem no concelho. Em termos de parceiros que vão funcionar como “fontes de alimento”, em Viana do Castelo já têm “entre 30 e 40” interessados.
A associação Refood é um projeto eco humanitário, 100% voluntário, efetuado por cidadãos e para cidadãos ao nível local, que pretende acabar com o desperdício de alimentos preparados de restaurantes, cafés e estabelecimentos do ramo alimentar. Estes desperdícios são depois entregues às pessoas com necessidade de apoio alimentar, contribuindo assim para o reforço dos laços comunitários em todos os bairros urbanos. Neste momento, o núcleo vianense vai começar a trabalhar em Santa Maria Maior e em Monserrate, nas freguesias mais urbanas. A recolha dos alimentos desperdiçados será feita pelos voluntários. O núcleo está à procura de um espaço com cerca de 100 m2 para funcionar como o “centro de operações”, para que ficasse guardada nesse espaço a comida para ser posteriormente levantada pelos vianenses mais carenciados.
Mafalda Pires explica que aquilo que vão resgatar é “o que fica na panela”, a comida “que foi preparada pelos restaurantes e que não se vendeu” e a comida que os mini-mercados compram e que não se vende. “Não são restos”, garante.
Por agora, a Refood Viana do Castelo ainda não tem estimativas do número de pessoas que conseguirá apoiar, mas espera que os vianenses adiram em massa a este projeto.

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