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admin 30 Mar 2015

Caminha: Autarquia gastou menos 3,4 milhões de euros em 2014 face ao ano anterior

  A Câmara de Caminha gastou menos 3,4 milhões de euros em 2014 face ao ano anterior. Segundo fonte do executivo caminhense, este esforço de […]

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A Câmara de Caminha gastou menos 3,4 milhões de euros em 2014 face ao ano anterior. Segundo fonte do executivo caminhense, este esforço de poupança está demonstrado no documento de prestação de contas, que será votado esta quarta-feira em reunião do Executivo. A redução da despesa verificou-se sobretudo na aquisição de bens e serviços, com destaque para os gastos com estudos, pareceres, consultadoria, publicidade, combustíveis e viagens. Pela primeira vez em cinco anos, as receitas correntes superaram as despesas correntes.
Miguel Alves, autarca local, diz que “num momento tão difícil para a economia do país e para a economia municipal, o Município de Caminha fez o seu trabalho e diminuiu os impostos sobre as populações: o IMI, por duas vezes, e a taxa variável do IRS, também por duas vezes; diminuiu taxas: 50% no caso das ligações à rede de água e saneamento; e diminuiu o preço da fatura da água, através da descida do preço da recolha dos resíduos sólidos, compensando este alívio dado às pessoas com um esforço suplementar de poupança que, em apenas um ano, ficou à vista de todos”.
De destacar também “o esforço de amortização dos empréstimos bancários contraídos ao longo dos anos pela Câmara Municipal, uma prática corrente nos últimos 12 anos, até 2013, mas que não se repetiu em 2014”. Ao contrário, segundo o autarca, foi possível diminuir a dívida do Município à banca “num exercício de amortização forte que marca também a atuação da Câmara”, acrescenta Miguel Alves. Para o presidente, “o documento que agora se analisa é marcado por grande sentido de equilíbrio e de poupança”.
O passivo do Município também diminuiu, cifrando-se agora, e apesar de tudo, em mais de 38 milhões de euros. O autarca diz que a situação financeira da Câmara Municipal de Caminha é, ainda, “muito grave” pois “a dívida de curto prazo herdada em 2013 de cerca de nove milhões de euros, os compromissos assumidos com o pagamento da Parceria Público Privada assumida a propósito das piscinas de Vila Praia de Âncora que consome mais de 700 mil euros por ano, a resposta que teve que ser dada aos compromissos assumidos e não pagos em 2013, que ascenderam a 5 milhões de euros (que este orçamento de 2014 teve que pagar) e o súbito aumento de despesa com pessoal causado pela entrada de mais de 30 pessoas no quadro, nas vésperas das eleições de 2013, tiveram reflexo evidente e negativo no resultado líquido de exercício”.

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