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admin 02 Mar 2015

Monção: Autarquia pediu ao Governo apoio para o financiamento do Emparcelamento Agrícola de Moreira e Barroças e Taias

O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, foi inaugurado este fim-de-semana numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque. […]

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O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, foi inaugurado este fim-de-semana numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque. O autarca de Monção reforçou o pedido de financiamento para a concretização do Emparcelamento Agrícola de Moreira e Barroças e Taias. Disse que “tanto a Câmara como os agricultores envolvidos no projeto anseiam pela sua concretização” e pediu ajuda ao governante na concretização do objetivo.
Solicitou ainda ao Secretário de Estado para não esquecer o projeto de Emparcelamento Agrícola de Pias e Pinheiros, reafirmando a posição da autarquia em voltar a candidatar o projeto. “Entendemos que aquelas terras precisam de uma nova vida. O projeto foi reprovado mas voltaremos à carga” assinalou.
Quanto ao emparcelamento de Moreira e Barroças e Taias, José Diogo Albuquerque deixou indicações muito positivas. “O projeto é considerado prioritário pelo Ministério da Agricultura e está acautelado no PRODER”, disse José Diogo Albuquerque. Por isso, o representante do governo aconselhou a autarquia “a avançar com a respetiva candidatura logo que abra a medida”.
Na cerimónia de inauguração do Museu do Alvarinho, o presidente da Câmara Municipal de Monção lembrou que “o Alvarinho é tradição, história e herança”, revelando-se como “parte integrante da nossa identidade coletiva e paixão pela terra” e assumindo-se como “um importante rendimento total ou parcial de largas centenas de famílias monçanenses”.
Na presença daquele representante do governo, Augusto Domingues abordou a questão do alargamento da originalidade do Vinho Alvarinho, solicitando-lhe um maior período de transição: “Nas reuniões mantidas com a tutela, apontou-se para uma razão de dez anos. Considero esse tempo aceitável. Os seis anos saídos do acordo são poucos. Peço-lhe que reveja esta situação”, disse. Em relação ao acordo de alargamento, José Diogo Albuquerque referiu tratar-se de “uma boa solução” que “irá introduzir maior exigência na produção e salvaguardar a qualidade do produto final”. Esclareceu que “a regulamentação legislativa será publicada a curto prazo”.
 

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